OpinaMundos
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beamng drive

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<meta charset="UTF-8">

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<title>Mini Crash Drive</title>

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    body {

        margin: 0;

        overflow: hidden;

        background: linear-gradient(#87CEEB, #e0e0e0);

        font-family: Arial, sans-serif;

        text-align: center;

    }

    canvas {

        background: #444;

        display: block;

        margin: auto;

    }

    #hud {

        position: absolute;

        top: 10px;

        left: 10px;

        color: white;

        font-size: 18px;

    }

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<div id="hud">

    Velocidade: <span id="speed">0</span> km/h<br>

    Dano: <span id="damage">0</span>%

</div>


<canvas id="gameCanvas"></canvas>


<script>

const canvas = document.getElementById("gameCanvas");

const ctx = canvas.getContext("2d");


canvas.width = window.innerWidth;

canvas.height = window.innerHeight;


let gravity = 0.5;

let friction = 0.98;


let car = {

    x: 200,

    y: canvas.height - 150,

    width: 60,

    height: 30,

    vx: 0,

    vy: 0,

    speed: 0,

    damage: 0

};


let ground = canvas.height - 100;


let keys = {};


document.addEventListener("keydown", e => keys[e.key] = true);

document.addEventListener("keyup", e => keys[e.key] = false);


function update() {


    // Controle

    if (keys["ArrowRight"]) car.vx += 0.5;

    if (keys["ArrowLeft"]) car.vx -= 0.5;

    if (keys["ArrowUp"] && car.y + car.height >= ground) {

        car.vy = -12; // pulo

    }


    // Física

    car.vy += gravity;

    car.x += car.vx;

    car.y += car.vy;


    car.vx *= friction;


    // Chão

    if (car.y + car.height > ground) {

        car.y = ground - car.height;

        car.vy = 0;

    }


    // Colisão com obstáculo

    if (car.x > 600 && car.x < 650 && car.y + car.height > ground - 40) {

        car.vx *= -0.3;

        car.damage += 5;

    }


    car.speed = Math.abs(car.vx * 5);


    document.getElementById("speed").innerText = car.speed.toFixed(0);

    document.getElementById("damage").innerText = car.damage.toFixed(0);


    if (car.damage > 100) {

        alert("Carro destruído!");

        car.damage = 0;

        car.x = 200;

    }

}


function draw() {

    ctx.clearRect(0, 0, canvas.width, canvas.height);


    // chão

    ctx.fillStyle = "#2E8B57";

    ctx.fillRect(0, ground, canvas.width, 200);


    // obstáculo

    ctx.fillStyle = "brown";

    ctx.fillRect(600, ground - 40, 50, 40);


    // carro

    ctx.fillStyle = "red";

    ctx.fillRect(car.x, car.y, car.width, car.height);

}


function gameLoop() {

    update();

    draw();

    requestAnimationFrame(gameLoop);

}


gameLoop();

</script>


</body>

</html>

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Menos Brasília, Mais Brasil: o Estado Necessário para uma Nação Forte


O debate sobre o tamanho do Estado no Brasil sempre foi superficial. Oscila entre dois extremos igualmente improdutivos: o Estado máximo que sufoca quem produz e o Estado mínimo que abandona quem ainda depende dele. Nenhum dos dois responde aos desafios reais do país.

O Brasil precisa de um Estado necessário — forte onde é estratégico, enxuto onde é ineficiente, presente onde é essencial e ausente onde só atrapalha.

Não se trata de ideologia. Trata-se de projeto de nação.


1. Segurança pública: ordem como base do desenvolvimento

Não existe liberdade econômica sem ordem. Não existe investimento sem previsibilidade. Não existe prosperidade onde o crime impõe regras paralelas.

Segurança pública não é gasto social. É infraestrutura institucional.

Um Estado necessário:

  • Investe em inteligência e integração entre forças.
  • Valoriza as polícias e combate o crime organizado como questão de soberania.
  • Reforça a legislação contra facções e estruturas financeiras ilícitas.
  • Estrutura políticas penais que reduzam reincidência com rigor e estratégia.

Sem segurança, o pequeno empreendedor fecha as portas.
Sem segurança, o investidor recua.
Sem segurança, o cidadão perde a liberdade básica de ir e vir.

O desenvolvimento começa pela ordem.


2. Saúde pública: gestão, eficiência e resultado

Defender um Estado necessário não é abandonar quem depende do sistema público. É garantir que ele funcione com eficiência.

O problema da saúde brasileira não é apenas orçamento — é gestão, desperdício e baixa coordenação.

Um projeto responsável deve:

  • Estabelecer metas claras de desempenho.
  • Integrar dados e digitalizar processos.
  • Priorizar atenção básica para reduzir pressão hospitalar.
  • Ampliar parcerias estratégicas quando houver ganho real de eficiência.

Saúde pública forte não é máquina inchada.
É gestão profissional, foco em resultados e responsabilidade fiscal.


3. Educação básica: o verdadeiro motor da mobilidade social

O Brasil expandiu o ensino superior antes de consolidar a base. Esse erro custou caro.

Sem alfabetização plena na idade certa, não há competitividade.
Sem matemática bem ensinada, não há inovação.

Educação básica precisa ser prioridade absoluta:

  • Foco em português, matemática e ciências.
  • Avaliação nacional rigorosa.
  • Valorização do professor com metas claras.
  • Integração entre ensino técnico e setor produtivo.

Quem produz precisa de mão de obra qualificada.
Quem nasce com menos oportunidades precisa de base sólida para competir.

A política social mais eficiente é educação básica de qualidade.


4. Pesquisa e inovação: soberania no século XXI

No mundo contemporâneo, dependência tecnológica é vulnerabilidade estratégica.

Mas inovação não pode ser sinônimo de subsídio eterno nem de reserva de mercado ineficiente.

O Estado necessário atua como indutor:

  • Incentiva inovação aplicada.
  • Conecta universidades ao setor produtivo.
  • Prioriza áreas em que o Brasil já é competitivo.
  • Estimula tecnologia nacional com metas e avaliação de desempenho.

Abertura de mercado é saudável — desde que beneficie o consumidor e fortaleça os trabalhadores brasileiros.

Privatização é legítima — desde que a empresa não seja estratégica à soberania nacional.

Liberalismo responsável não é entrega. É maturidade institucional.


5. Proteção social: dignidade sem dependência

Um Estado necessário protege — mas não perpetua dependência.

Proteção social precisa ser ponte, não destino.

Isso exige três fundamentos:

Focalização precisa

Os recursos devem chegar a quem realmente precisa. Fraudes e distorções corroem legitimidade e sustentabilidade.

Porta de saída

Programas sociais precisam estar conectados à qualificação profissional, educação técnica e inserção no mercado de trabalho.

Assistência que não emancipa perpetua fragilidade.

Responsabilidade fiscal

Sem equilíbrio das contas públicas, não há política social duradoura.
Inflação e descontrole fiscal atingem primeiro os mais pobres.

Proteção social forte exige contas organizadas.

Quem produz não pode ser punido.
Quem precisa não pode ser abandonado.
O papel do Estado necessário é equilibrar essa equação com estratégia.


6. Infraestrutura institucional: menos centralização, mais eficiência

Excesso de centralização gera burocracia, privilégio e ineficiência.

Menos Brasília significa:

  • Descentralização responsável.
  • Simplificação tributária.
  • Corte de estruturas improdutivas.
  • Redução de distorções corporativas.

Mais Brasil significa:

  • Valorizar quem gera emprego.
  • Incentivar inovação.
  • Premiar eficiência.
  • Garantir proteção social sustentável.

O Estado não pode ser um fim em si mesmo.
Ele deve servir à sociedade — não se servir dela.


7. O voto como instrumento de projeto nacional

O Brasil não vive apenas uma disputa eleitoral. Vive uma disputa de modelo.

A escolha é entre:

  • Um país que prioriza produtividade, ordem e base educacional sólida.
  • Ou um país que expande máquina pública, centraliza poder e administra escassez.

Votar é escolher qual Estado queremos:

  • Um Estado que protege, organiza e potencializa.
  • Ou um Estado que concentra, intervém e perpetua dependência.

Menos Brasília não é menos proteção.
É menos estrutura que consome e mais recurso que chega na ponta.

Mais Brasil é:

  • Segurança para viver.
  • Educação para competir.
  • Saúde para trabalhar.
  • Inovação para crescer.
  • Proteção para recomeçar.

O voto consciente não é um gesto emocional.
É uma decisão estrutural.

O Brasil não precisa escolher entre Estado e mercado.
Precisa escolher eficiência, responsabilidade e prioridade correta.

Um Estado que protege.
Mas que também exige.
Que apoia.
Mas que impulsiona.
Que acolhe.
Mas que liberta.

Menos retórica.
Mais estratégia.
Menos Brasília.
Mais Brasil.

OpinaMundos 

(Este blog apoia abertamente o projeto BOLSONARO 2026 (PAI OU FILHO 🙏🏻 🇧🇷) Até a data da publicação deste artigo apoiamos a pré candidatura de Flávio Bolsonaro - 22)

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EDUCAÇÃO DESCONECTADA DO MERCADO: A RAIZ DA ESTAGNAÇÃO


Se a classe média está sufocada (Artigo 1),
se o sistema tributário é pesado e complexo (Artigos 2 e 3),
há uma terceira engrenagem fundamental nessa equação:

Produtividade.

E produtividade começa na educação.


📊 1. O problema começa na base

Segundo avaliações internacionais como o PISA, coordenado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, o Brasil apresenta desempenho abaixo da média em:

  • Matemática
  • Leitura
  • Ciências

Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira mostram que:

  • Parte significativa dos alunos conclui o ensino médio com deficiência em competências básicas.
  • A desigualdade educacional entre redes pública e privada é elevada.

Sem base sólida, não há qualificação avançada consistente.


🎓 2. Expansão do ensino superior sem ganho proporcional de qualidade

Nas últimas décadas, houve ampliação do acesso ao ensino superior.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística:

  • Cresceu o número de brasileiros com diploma.
  • A taxa de escolaridade média aumentou.

Mas isso não se traduziu automaticamente em:

  • Aumento equivalente de produtividade
  • Crescimento robusto da renda média
  • Maior competitividade internacional

Diploma deixou de ser diferencial em muitos setores.


📉 3. Desalinhamento entre formação e mercado

Empresas frequentemente relatam dificuldade em encontrar profissionais com:

  • Formação técnica prática
  • Competências digitais
  • Capacidade analítica aplicada

Enquanto isso, o desemprego entre jovens com ensino superior permanece relevante.

Isso sugere desalinhamento estrutural entre:

Oferta educacional
e
Demanda produtiva.


💼 4. Educação técnica subvalorizada

Países que elevaram produtividade investiram fortemente em:

  • Ensino técnico
  • Formação dual (empresa + escola)
  • Parcerias com setor produtivo

No Brasil, apesar de avanços institucionais, o ensino técnico ainda não tem o mesmo prestígio social que o diploma universitário tradicional.

O resultado é um gargalo:

Muitos graduados para áreas saturadas.
Escassez em áreas técnicas estratégicas.


📈 5. Produtividade estagnada

Segundo dados comparativos internacionais, a produtividade do trabalho no Brasil cresce de forma lenta há décadas.

Sem aumento consistente de produtividade:

  • Salários reais têm limite estrutural de crescimento.
  • Empresas operam com margens comprimidas.
  • A economia cresce abaixo do potencial.

E isso retorna à classe média como:

  • Estagnação salarial
  • Competição elevada por vagas
  • Frustração geracional

🔄 6. Conexão com os artigos anteriores

Artigo 1 mostrou o sintoma:
Classe média sufocada.

Artigos 2 e 3 mostraram a estrutura fiscal pesada e complexa.

Artigo 4 mostra a engrenagem produtiva:

Sem educação eficiente →
Sem produtividade elevada →
Sem crescimento sustentável →
Sem aumento real de renda.

Tudo está conectado.


🔥 Conclusão

O debate educacional no Brasil muitas vezes se perde em disputas ideológicas ou pautas periféricas.

Mas a questão central é objetiva:

A educação brasileira está preparando o aluno para gerar valor em uma economia moderna?

Se não houver:

  • Base sólida em matemática e leitura
  • Expansão inteligente do ensino técnico
  • Integração real com o setor produtivo
  • Avaliação rigorosa de desempenho

A estagnação continuará.

E a classe média seguirá comprimida não apenas por impostos,
mas por um limite estrutural de geração de renda.

O OpinaMundos não defende soluções mágicas.

Defende coerência estrutural.

Sem capital humano forte,
não existe país competitivo.

E sem competitividade,
não existe mobilidade social sustentável.

Por último, defendemos um projeto de Brasil. Onde os gargalos são revisitados com resoluções objetivas. Menos Brasília e mais Brasil. Menos burocracia e mais entrega de resultados mensuráveis. Academia, mercado e sociedade de mãos dadas para um crescimento sustentável do PIB e do IDH nacional!! Portanto cuide do seu VOTO sempre!!

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O PESO INVISÍVEL: COMO OS IMPOSTOS MOLDAM SUA VIDA SEM VOCÊ PERCEBER

 


Quando o brasileiro reclama do preço do supermercado ou da gasolina, quase sempre atribui o problema à “inflação” ou ao “mercado”.

Mas há um componente estrutural pouco discutido: a forma como o sistema tributário brasileiro está embutido em praticamente tudo o que você consome.

E ele não aparece claramente na etiqueta.


📊 1. Estrutura tributária: dependência do consumo


Segundo dados da Receita Federal do Brasil e estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada:

Aproximadamente 40% a 50% da arrecadação brasileira vem de tributos sobre bens e serviços.

Na média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, esse percentual costuma ser significativamente menor.


Isso significa que o Brasil depende fortemente de impostos indiretos — aqueles que estão embutidos no preço final.


Exemplos:


ICMS (estadual)

PIS/Cofins (federal)

IPI (industrializados)

ISS (serviços municipais)



Eles incidem em cadeia.


🛒 2. O efeito cascata


Quando um produto chega ao supermercado, ele já passou por várias etapas:


1. Produção


2. Transporte


3. Distribuição


4. Comercialização


Em cada fase há incidência tributária.

Isso gera o chamado “efeito cascata” — tributo sobre tributo ao longo da cadeia produtiva (ainda que reformas recentes busquem reduzir distorções).

O consumidor final paga o resultado acumulado.


⛽ 3. O caso simbólico da gasolina


A gasolina é um dos exemplos mais didáticos.


Ela envolve:

Tributos federais

ICMS estadual


Contribuições específicas

Dependendo do período e do estado, os tributos já representaram uma parcela significativa do preço final ao consumidor.

O debate público costuma focar na Petrobras ou na cotação internacional do petróleo, mas a estrutura tributária também influencia diretamente o valor na bomba.

O imposto não é o único fator.

Mas é parte relevante da equação.


📉 4. Regressividade: quem sente mais?


Segundo estudos do IPEA e dados de pesquisas de orçamento familiar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística:

Famílias de menor renda comprometem uma parcela muito maior da renda com consumo.

Como o sistema tributa fortemente o consumo, o impacto proporcional é maior para quem ganha menos.

Isso caracteriza regressividade.

A classe média também é fortemente afetada porque:

Consome quase toda a renda

Tem pouca margem para poupança

Está majoritariamente na formalidade

Já famílias de alta renda conseguem:

Poupar parte relevante

Investir em ativos menos tributados

Planejar melhor a carga tributária


📈 5. Impacto macroeconômico


Alta tributação sobre consumo pode:

Reduzir demanda

Diminuir competitividade industrial

Encarecer exportações (quando não há plena desoneração)

Desestimular formalização

Além disso, a complexidade tributária brasileira impõe custos administrativos elevados às empresas — frequentemente citados em relatórios internacionais sobre ambiente de negócios.

Complexidade também é custo oculto.


🔍 6. Transparência limitada


Grande parte dos consumidores não sabe quanto paga de imposto em cada produto.

Embora notas fiscais possam discriminar tributos estimados, o sistema é tão complexo que a compreensão média é baixa.

Sem clareza, o debate público se torna superficial.

Discute-se o preço.

Mas raramente a composição.


🔥 Conclusão


O peso invisível não é apenas financeiro.

É estrutural.

Ele molda:

O que você consome

O que você deixa de consumir

Quanto consegue poupar

Quanto consegue investir

Sua capacidade de mobilidade social

Não se trata de defender imposto zero.

Todo país precisa arrecadar.

A questão central é:

O sistema é eficiente?

É simples?

É transparente?

O retorno compensa o custo?

Enquanto essas perguntas não forem enfrentadas com seriedade técnica, o debate continuará girando em torno do sintoma — o preço alto — sem tocar na engrenagem que o produz.

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Unknown

QUEM REALMENTE SUSTENTA O ESTADO BRASILEIRO?


O debate público costuma simplificar a questão tributária: “ricos pagam pouco” ou “classe média paga demais”.

Mas quando analisamos a estrutura de arrecadação brasileira, percebemos que o problema está menos no discurso e mais no desenho do sistema.

📊 1. O tamanho do Estado

A carga tributária brasileira gira em torno de 32% a 34% do PIB, segundo dados da Receita Federal e da OCDE.

Isso coloca o Brasil:

  • Acima de vários países emergentes
  • Próximo de países desenvolvidos
  • Mas com retorno em serviços públicos muito inferior aos padrões da OCDE

Ou seja: arrecada-se como país rico, entrega-se como país em desenvolvimento.


🛒 2. O peso do consumo

Segundo estudos do IPEA e dados do IBGE:

  • Cerca de 40% a 50% da arrecadação brasileira vem de impostos sobre consumo (ICMS, PIS, Cofins, IPI etc.)
  • Países da OCDE, em média, dependem menos desse tipo de tributação e mais de imposto sobre renda e patrimônio.

Imposto sobre consumo é regressivo.

Por quê?

Porque quem ganha menos:

  • Consome quase toda a renda
  • Não consegue poupar
  • Paga proporcionalmente mais imposto

Já quem tem alta renda:

  • Consome uma fração menor do que ganha
  • Investe o restante
  • Dilui o impacto tributário

Isso cria uma distorção estrutural.


💼 3. E a tributação sobre renda?

O Brasil possui alíquotas progressivas no Imposto de Renda da Pessoa Física.

Mas há dois pontos centrais:

1️⃣ A faixa de isenção é relativamente baixa.
2️⃣ Lucros e dividendos distribuídos a pessoas físicas foram historicamente isentos (tema em debate nos últimos anos).

Enquanto isso:

  • Trabalhadores formais pagam IR direto na fonte.
  • Pequenos e médios empresários enfrentam carga elevada via Simples ou Lucro Presumido.
  • Grandes estruturas empresariais possuem mais instrumentos de planejamento tributário.

Não é ilegal. É estrutural.


🧾 4. A classe média no centro da engrenagem

A classe média brasileira costuma:

  • Estar na formalidade
  • Ter renda declarada
  • Consumir boa parte do que ganha
  • Não ter acesso a benefícios sociais significativos

Segundo dados do IBGE, a renda média da chamada “classe média” brasileira está longe do padrão internacional de middle class.

Ela não é rica o suficiente para blindagem patrimonial.
Nem pobre o suficiente para receber forte transferência de renda.

Ela financia o sistema e paga adicionalmente por:

  • Plano de saúde
  • Escola privada
  • Segurança privada
  • Previdência complementar

O Estado arrecada.
Mas o cidadão complementa.


🌍 5. Comparação internacional

Na média da OCDE:

  • Países com carga tributária semelhante investem pesado em educação básica de qualidade.
  • Saúde pública cobre grande parte da população com eficiência.
  • Infraestrutura logística é mais competitiva.

No Brasil:

  • A complexidade tributária gera custo administrativo elevado.
  • Empresas gastam milhares de horas por ano apenas para cumprir obrigações fiscais (dados frequentemente citados pelo Banco Mundial em relatórios anteriores).

Complexidade também é custo.


🔥 Conclusão

O problema não é apenas “quem paga mais”.

O problema é:

  • Alta dependência de imposto sobre consumo
  • Complexidade excessiva
  • Baixa eficiência do gasto público
  • Retorno social inferior ao nível de arrecadação

Enquanto o debate continuar restrito a narrativas ideológicas, a estrutura permanece.

A pergunta correta não é:
“Quem sustenta o Estado?”

É:
“O Estado está entregando o suficiente para quem o sustenta?”

Porque arrecadar muito não é sinônimo de governar bem.

Pensando nisso, cuide do seu voto, apoie um projeto de país que de fato pense na QUALIDADE DE GASTOS e mais do que isso; NA QUALIDADE DE VIDA de todos nós brasileiros.


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