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EDUCAÇÃO DESCONECTADA DO MERCADO: A RAIZ DA ESTAGNAÇÃO


Se a classe média está sufocada (Artigo 1),
se o sistema tributário é pesado e complexo (Artigos 2 e 3),
há uma terceira engrenagem fundamental nessa equação:

Produtividade.

E produtividade começa na educação.


📊 1. O problema começa na base

Segundo avaliações internacionais como o PISA, coordenado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, o Brasil apresenta desempenho abaixo da média em:

  • Matemática
  • Leitura
  • Ciências

Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira mostram que:

  • Parte significativa dos alunos conclui o ensino médio com deficiência em competências básicas.
  • A desigualdade educacional entre redes pública e privada é elevada.

Sem base sólida, não há qualificação avançada consistente.


🎓 2. Expansão do ensino superior sem ganho proporcional de qualidade

Nas últimas décadas, houve ampliação do acesso ao ensino superior.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística:

  • Cresceu o número de brasileiros com diploma.
  • A taxa de escolaridade média aumentou.

Mas isso não se traduziu automaticamente em:

  • Aumento equivalente de produtividade
  • Crescimento robusto da renda média
  • Maior competitividade internacional

Diploma deixou de ser diferencial em muitos setores.


📉 3. Desalinhamento entre formação e mercado

Empresas frequentemente relatam dificuldade em encontrar profissionais com:

  • Formação técnica prática
  • Competências digitais
  • Capacidade analítica aplicada

Enquanto isso, o desemprego entre jovens com ensino superior permanece relevante.

Isso sugere desalinhamento estrutural entre:

Oferta educacional
e
Demanda produtiva.


💼 4. Educação técnica subvalorizada

Países que elevaram produtividade investiram fortemente em:

  • Ensino técnico
  • Formação dual (empresa + escola)
  • Parcerias com setor produtivo

No Brasil, apesar de avanços institucionais, o ensino técnico ainda não tem o mesmo prestígio social que o diploma universitário tradicional.

O resultado é um gargalo:

Muitos graduados para áreas saturadas.
Escassez em áreas técnicas estratégicas.


📈 5. Produtividade estagnada

Segundo dados comparativos internacionais, a produtividade do trabalho no Brasil cresce de forma lenta há décadas.

Sem aumento consistente de produtividade:

  • Salários reais têm limite estrutural de crescimento.
  • Empresas operam com margens comprimidas.
  • A economia cresce abaixo do potencial.

E isso retorna à classe média como:

  • Estagnação salarial
  • Competição elevada por vagas
  • Frustração geracional

🔄 6. Conexão com os artigos anteriores

Artigo 1 mostrou o sintoma:
Classe média sufocada.

Artigos 2 e 3 mostraram a estrutura fiscal pesada e complexa.

Artigo 4 mostra a engrenagem produtiva:

Sem educação eficiente →
Sem produtividade elevada →
Sem crescimento sustentável →
Sem aumento real de renda.

Tudo está conectado.


🔥 Conclusão

O debate educacional no Brasil muitas vezes se perde em disputas ideológicas ou pautas periféricas.

Mas a questão central é objetiva:

A educação brasileira está preparando o aluno para gerar valor em uma economia moderna?

Se não houver:

  • Base sólida em matemática e leitura
  • Expansão inteligente do ensino técnico
  • Integração real com o setor produtivo
  • Avaliação rigorosa de desempenho

A estagnação continuará.

E a classe média seguirá comprimida não apenas por impostos,
mas por um limite estrutural de geração de renda.

O OpinaMundos não defende soluções mágicas.

Defende coerência estrutural.

Sem capital humano forte,
não existe país competitivo.

E sem competitividade,
não existe mobilidade social sustentável.

Por último, defendemos um projeto de Brasil. Onde os gargalos são revisitados com resoluções objetivas. Menos Brasília e mais Brasil. Menos burocracia e mais entrega de resultados mensuráveis. Academia, mercado e sociedade de mãos dadas para um crescimento sustentável do PIB e do IDH nacional!! Portanto cuide do seu VOTO sempre!!

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O PESO INVISÍVEL: COMO OS IMPOSTOS MOLDAM SUA VIDA SEM VOCÊ PERCEBER

 


Quando o brasileiro reclama do preço do supermercado ou da gasolina, quase sempre atribui o problema à “inflação” ou ao “mercado”.

Mas há um componente estrutural pouco discutido: a forma como o sistema tributário brasileiro está embutido em praticamente tudo o que você consome.

E ele não aparece claramente na etiqueta.


📊 1. Estrutura tributária: dependência do consumo


Segundo dados da Receita Federal do Brasil e estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada:

Aproximadamente 40% a 50% da arrecadação brasileira vem de tributos sobre bens e serviços.

Na média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, esse percentual costuma ser significativamente menor.


Isso significa que o Brasil depende fortemente de impostos indiretos — aqueles que estão embutidos no preço final.


Exemplos:


ICMS (estadual)

PIS/Cofins (federal)

IPI (industrializados)

ISS (serviços municipais)



Eles incidem em cadeia.


🛒 2. O efeito cascata


Quando um produto chega ao supermercado, ele já passou por várias etapas:


1. Produção


2. Transporte


3. Distribuição


4. Comercialização


Em cada fase há incidência tributária.

Isso gera o chamado “efeito cascata” — tributo sobre tributo ao longo da cadeia produtiva (ainda que reformas recentes busquem reduzir distorções).

O consumidor final paga o resultado acumulado.


⛽ 3. O caso simbólico da gasolina


A gasolina é um dos exemplos mais didáticos.


Ela envolve:

Tributos federais

ICMS estadual


Contribuições específicas

Dependendo do período e do estado, os tributos já representaram uma parcela significativa do preço final ao consumidor.

O debate público costuma focar na Petrobras ou na cotação internacional do petróleo, mas a estrutura tributária também influencia diretamente o valor na bomba.

O imposto não é o único fator.

Mas é parte relevante da equação.


📉 4. Regressividade: quem sente mais?


Segundo estudos do IPEA e dados de pesquisas de orçamento familiar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística:

Famílias de menor renda comprometem uma parcela muito maior da renda com consumo.

Como o sistema tributa fortemente o consumo, o impacto proporcional é maior para quem ganha menos.

Isso caracteriza regressividade.

A classe média também é fortemente afetada porque:

Consome quase toda a renda

Tem pouca margem para poupança

Está majoritariamente na formalidade

Já famílias de alta renda conseguem:

Poupar parte relevante

Investir em ativos menos tributados

Planejar melhor a carga tributária


📈 5. Impacto macroeconômico


Alta tributação sobre consumo pode:

Reduzir demanda

Diminuir competitividade industrial

Encarecer exportações (quando não há plena desoneração)

Desestimular formalização

Além disso, a complexidade tributária brasileira impõe custos administrativos elevados às empresas — frequentemente citados em relatórios internacionais sobre ambiente de negócios.

Complexidade também é custo oculto.


🔍 6. Transparência limitada


Grande parte dos consumidores não sabe quanto paga de imposto em cada produto.

Embora notas fiscais possam discriminar tributos estimados, o sistema é tão complexo que a compreensão média é baixa.

Sem clareza, o debate público se torna superficial.

Discute-se o preço.

Mas raramente a composição.


🔥 Conclusão


O peso invisível não é apenas financeiro.

É estrutural.

Ele molda:

O que você consome

O que você deixa de consumir

Quanto consegue poupar

Quanto consegue investir

Sua capacidade de mobilidade social

Não se trata de defender imposto zero.

Todo país precisa arrecadar.

A questão central é:

O sistema é eficiente?

É simples?

É transparente?

O retorno compensa o custo?

Enquanto essas perguntas não forem enfrentadas com seriedade técnica, o debate continuará girando em torno do sintoma — o preço alto — sem tocar na engrenagem que o produz.

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QUEM REALMENTE SUSTENTA O ESTADO BRASILEIRO?


O debate público costuma simplificar a questão tributária: “ricos pagam pouco” ou “classe média paga demais”.

Mas quando analisamos a estrutura de arrecadação brasileira, percebemos que o problema está menos no discurso e mais no desenho do sistema.

📊 1. O tamanho do Estado

A carga tributária brasileira gira em torno de 32% a 34% do PIB, segundo dados da Receita Federal e da OCDE.

Isso coloca o Brasil:

  • Acima de vários países emergentes
  • Próximo de países desenvolvidos
  • Mas com retorno em serviços públicos muito inferior aos padrões da OCDE

Ou seja: arrecada-se como país rico, entrega-se como país em desenvolvimento.


🛒 2. O peso do consumo

Segundo estudos do IPEA e dados do IBGE:

  • Cerca de 40% a 50% da arrecadação brasileira vem de impostos sobre consumo (ICMS, PIS, Cofins, IPI etc.)
  • Países da OCDE, em média, dependem menos desse tipo de tributação e mais de imposto sobre renda e patrimônio.

Imposto sobre consumo é regressivo.

Por quê?

Porque quem ganha menos:

  • Consome quase toda a renda
  • Não consegue poupar
  • Paga proporcionalmente mais imposto

Já quem tem alta renda:

  • Consome uma fração menor do que ganha
  • Investe o restante
  • Dilui o impacto tributário

Isso cria uma distorção estrutural.


💼 3. E a tributação sobre renda?

O Brasil possui alíquotas progressivas no Imposto de Renda da Pessoa Física.

Mas há dois pontos centrais:

1️⃣ A faixa de isenção é relativamente baixa.
2️⃣ Lucros e dividendos distribuídos a pessoas físicas foram historicamente isentos (tema em debate nos últimos anos).

Enquanto isso:

  • Trabalhadores formais pagam IR direto na fonte.
  • Pequenos e médios empresários enfrentam carga elevada via Simples ou Lucro Presumido.
  • Grandes estruturas empresariais possuem mais instrumentos de planejamento tributário.

Não é ilegal. É estrutural.


🧾 4. A classe média no centro da engrenagem

A classe média brasileira costuma:

  • Estar na formalidade
  • Ter renda declarada
  • Consumir boa parte do que ganha
  • Não ter acesso a benefícios sociais significativos

Segundo dados do IBGE, a renda média da chamada “classe média” brasileira está longe do padrão internacional de middle class.

Ela não é rica o suficiente para blindagem patrimonial.
Nem pobre o suficiente para receber forte transferência de renda.

Ela financia o sistema e paga adicionalmente por:

  • Plano de saúde
  • Escola privada
  • Segurança privada
  • Previdência complementar

O Estado arrecada.
Mas o cidadão complementa.


🌍 5. Comparação internacional

Na média da OCDE:

  • Países com carga tributária semelhante investem pesado em educação básica de qualidade.
  • Saúde pública cobre grande parte da população com eficiência.
  • Infraestrutura logística é mais competitiva.

No Brasil:

  • A complexidade tributária gera custo administrativo elevado.
  • Empresas gastam milhares de horas por ano apenas para cumprir obrigações fiscais (dados frequentemente citados pelo Banco Mundial em relatórios anteriores).

Complexidade também é custo.


🔥 Conclusão

O problema não é apenas “quem paga mais”.

O problema é:

  • Alta dependência de imposto sobre consumo
  • Complexidade excessiva
  • Baixa eficiência do gasto público
  • Retorno social inferior ao nível de arrecadação

Enquanto o debate continuar restrito a narrativas ideológicas, a estrutura permanece.

A pergunta correta não é:
“Quem sustenta o Estado?”

É:
“O Estado está entregando o suficiente para quem o sustenta?”

Porque arrecadar muito não é sinônimo de governar bem.

Pensando nisso, cuide do seu voto, apoie um projeto de país que de fato pense na QUALIDADE DE GASTOS e mais do que isso; NA QUALIDADE DE VIDA de todos nós brasileiros.


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Classe média sufocada: por que está cada vez mais difícil subir na vida no Brasil?



Durante décadas, a promessa era simples: estude, trabalhe duro, economize — e você vai crescer na vida.

Hoje, essa promessa parece cada vez mais distante.

A classe média brasileira trabalha mais, ganha relativamente menos poder de compra e vive com a sensação constante de estar correndo sem sair do lugar. Não é apenas percepção. É estrutura.

📉 O dinheiro não rende como antes

Salários que não acompanham o custo de vida.
Aluguel subindo.
Plano de saúde mais caro.
Escola particular pesando no orçamento.
Supermercado consumindo uma fatia cada vez maior da renda.

Mesmo quem ganha “bem” sente que sobra pouco.

A inflação corrói silenciosamente. E o crédito — quando vira solução — se transforma em armadilha.

💳 A armadilha do crédito

Cartão de crédito, parcelamentos infinitos, financiamento longo.
O consumo é facilitado, mas a dívida se perpetua.

O que antes era instrumento de mobilidade virou mecanismo de sobrevivência.

A classe média não está enriquecendo — está financiando o próprio padrão de vida.

📊 Impostos altos, retorno questionável

O Brasil está entre os países com maior carga tributária sobre consumo.
A classe média paga imposto em praticamente tudo — mas continua pagando por saúde privada, segurança privada e educação privada.

Ou seja: paga duas vezes.

Isso cria a sensação de injustiça permanente.

🎓 Diploma não garante mais ascensão

Outro choque estrutural: o ensino superior deixou de ser garantia de crescimento.

Mais formados, menos oportunidades de alta renda.
Mercado competitivo, salários comprimidos e profissões sendo transformadas pela tecnologia.

O esforço aumentou. A recompensa diminuiu.

🏠 O sonho da casa própria está mais distante

Imóveis mais caros.
Financiamentos longos.
Juros elevados.

O que antes era conquista aos 30, hoje se torna meta para depois dos 40 — quando se torna.

🔥 O risco social

Quando a classe média enfraquece, o país sente.

É ela que:

  • Sustenta consumo
  • Gera empreendedorismo
  • Movimenta serviços
  • Mantém estabilidade social

Uma classe média pressionada tende à frustração.
E frustração coletiva gera instabilidade política.

🌍 O que o OpinaMundos pensa

A classe média sufocada não é um fenômeno isolado.

Ela é o resultado de escolhas estruturais feitas — ou adiadas — ao longo de décadas.

No artigo sobre educação básica, mostramos que sem base sólida não há país competitivo.

Sem formação de qualidade, a produtividade não cresce.

Sem produtividade, salários não sobem de forma sustentável.

Sem crescimento real, o custo de vida pesa cada vez mais.

Tudo está conectado.

Quando o Estado é caro e ineficiente, o cidadão paga duas vezes.

Quando a educação não acompanha o mercado, o diploma perde valor.

Quando o ambiente econômico é instável, o crédito vira armadilha e o planejamento vira incerteza.

A classe média não quer privilégio.

Quer previsibilidade.

Quer retorno pelo que paga.

Quer que esforço gere resultado.

O que o OpinaMundos defende não é discurso fácil nem promessa populista.

É responsabilidade estrutural.

Um país competitivo precisa:

Educação básica forte

Estado eficiente

Ambiente econômico estável

Incentivo à produtividade e inovação

Sem isso, continuaremos discutindo sintomas — inflação, juros, endividamento — sem enfrentar a causa.

A pergunta não é se a classe média está sufocada.

Isso é evidente.

A pergunta é:

vamos continuar administrando a pressão…

ou finalmente corrigir a estrutura que a produz?

Porque, no fim, não existe país forte com uma classe média fraca.

E desenvolvimento não nasce de discurso.

Nasce de base sólida.

OpinaMundos

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Sem educação básica forte, não existe país competitivo



O Brasil não será um país rico enquanto continuar formando gerações com base educacional frágil.

Não existe milagre econômico duradouro sem capital humano qualificado.

Não existe aumento sustentável de produtividade sem alfabetização sólida, domínio de matemática e capacidade de raciocínio lógico.

E não existe justiça social real quando a escola pública falha em ensinar o básico.


O Brasil gasta pouco com educação?

Não.

Segundo dados do Banco Mundial, o Brasil investe cerca de 5% a 6% do PIB em educação — percentual semelhante ao de diversos países desenvolvidos.

O problema não é apenas quanto se gasta.
É como se gasta.

Grande parte dos recursos é consumida por estrutura administrativa, ineficiências sistêmicas e baixa avaliação de desempenho.

Investimento alto não significa automaticamente resultado alto.


O retrato do aprendizado brasileiro

Avaliações internacionais como o Programme for International Student Assessment (PISA), coordenado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, mostram que estudantes brasileiros têm desempenho significativamente inferior à média de países desenvolvidos em:

  • Leitura
  • Matemática
  • Ciências

Além disso, milhões de crianças brasileiras chegam ao final do ensino fundamental com dificuldades graves de interpretação de texto e operações matemáticas básicas.

Isso não é apenas um problema pedagógico.

É um problema econômico.


Educação e produtividade caminham juntas

No artigo “O Brasil Não é Pobre — É Improdutivo”, mostramos que nosso gargalo é eficiência.

Mas produtividade começa na sala de aula.

Países que hoje lideram rankings de inovação e competitividade passaram por reformas profundas na educação básica.

A Coreia do Sul transformou seu sistema educacional nas décadas de 1960 e 1970 e hoje colhe resultados em tecnologia e indústria avançada.

A Estônia digitalizou escolas, valorizou professores e implementou avaliação rigorosa — e hoje figura entre os melhores desempenhos educacionais da Europa.

Educação de qualidade gera:

  • Trabalhadores mais produtivos
  • Empreendedores mais preparados
  • Maior capacidade de inovação
  • Melhor adaptação tecnológica

Sem base educacional sólida, qualquer projeto de crescimento é frágil.


O ciclo da desigualdade

Quando a escola pública falha, a desigualdade aumenta.

Famílias com renda mais alta compensam com escolas privadas, reforço e recursos adicionais.

Famílias mais pobres dependem exclusivamente da escola pública.

Se a escola pública não entrega qualidade, o ciclo de desigualdade se perpetua.

Educação básica forte é política social eficaz.

Transferência de renda alivia o presente.
Educação de qualidade transforma o futuro.


O que precisa mudar

O Brasil precisa parar de tratar educação como discurso e começar a tratá-la como política técnica de Estado.

Alguns pilares fundamentais:

  • Foco absoluto na alfabetização na idade certa
  • Avaliação constante de desempenho
  • Valorização meritocrática do professor
  • Gestão profissionalizada
  • Uso eficiente de tecnologia educacional
  • Redução de burocracia administrativa

Educação básica não pode ser capturada por disputas ideológicas.
Ela deve ser tratada como prioridade estratégica nacional.


O papel do Estado necessário

No artigo “O Estado Necessário: Nem Mínimo, Nem Máximo”, defendemos que o Estado deve ser forte onde é essencial.

Educação básica é uma dessas áreas.

Um Estado que falha na educação compromete todo o resto:

  • A produtividade cai
  • A renda estagna
  • A inovação desaparece
  • A competitividade recua

Sem educação forte, qualquer debate sobre crescimento econômico é incompleto.


O que pensa o OpinaMundos

O OpinaMundos acredita que:

  • Educação básica é a base da prosperidade
  • Gasto precisa estar ligado a resultado
  • Mérito e desempenho devem ser valorizados
  • Política pública deve ser avaliada por impacto real

Não existe país desenvolvido com educação fraca.

Não existe economia moderna sem capital humano qualificado.

O Brasil não precisa apenas gastar mais.
Precisa ensinar melhor.

Se quisermos um país produtivo, competitivo e justo, precisamos começar onde tudo começa:

Na sala de aula.

O debate continua.

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