2008 - OpinaMundos
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Alberto & Tomás

Andando pelas ruas de um parque de Curitiba estavam os dois amigos, voltando da aula do cursinho. A fome apertava, pois o horário do almoço chegava. O frio apertava e os amigos caminhavam conversando sobre o mundo, a vida e as bobagens:
- Rapaz, adoro andar aqui em meio as árvores. Quando respiro este ar mais limpo me dá uma vontade de fumar – disse Alberto.
- Eu estava lendo num artigo que há mais de um milhão de substâncias químicas no cigarro – disse Tomás sério e acendendo um cigarro concluiu – Lí que aquele chocolate que adoro e vivo comendo tem dióxido de titânio nele acredita?
- E aí – perguntou Alberto dando mais uma baforada.
- Comprei dois saquinhos dele. Quer um?

JonJon Lemos
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JOGO FINAL: PLANO PARA ESCRAVIDÃO GLOBAL (14 partes)



Mais uma vez o mundo caminha para uma grande crise (quisá a última), e o mais interessante, no momento que a Paz é proclamada aos 4 ventos. Mas a Palavra de Deus é clara:

Apocalipse 16 -(13) "E da boca do dragão (Satanás), e da boca da besta(PAPADO), e da boca do falso profeta (EUA), vi saírem três espíritos imundos, semelhantes a rãs.
(14) Pois são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso."

Vemos nos textos acima que os demônios vão ao encontro dos reis de todo o mundo para os unir em uma grande batalha. Isso nos sugere uma união global, possivelmente uma globalização. Globalização esta nunca vista, e com poder avasalador. Viveremos, os santos (separados, conscientes, sábios, mestres) perseguição incomensurável.

Apocalipse 17 (12) "Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta.(13) Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta."

Nesses textos fica evidente que dez reis entregarão seu poder e autoridade à besta. Alguns teólogos aplicam esses versos aos dias atuais e encaixam esses acontecimentos as possíveis reformas da ONU que visa passar os permanentes de cinco para onze. Se esta reforma se concluir desta forma, poderá se encaixar perfeitamente com o perfil profético desses versos, pois seriam 10 reis mais a besta igualando aos onze da possível reforma da ONU.

Muitos não aceitam a idéia de que os 10 chifres de apocalipse 17 se refiram ao futuro, aplicando-os ao passando como sendo o mesmo dos chifres de Daniel 7. A idéia de aplicá-los para o passado não se encaixa com o perfil profético descrito em Apocalipse 17.

Em Daniel 7, três dos 10 chifres caem, enquanto que em Apocalipse 17 o mesmo não acontece. Em Apocalipse 17 os 10 chifres recebem poder por uma hora enquanto que o mesmo não acontece em Daniel 7. Em Daniel 7 os chifres atuam sobre o continente Europeu enquanto que em Apocalipse 17 os chifres atuam globalmente.

C. Mervyn Maxwell em seu livro intitulado “Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse”, Editado pela Casa Publicadora Brasileira, confirma a idéia de que os chifres de Apocalipse 17 referem-se ao futuro:

“Quando nos deparamos pela primeira vez com os dez chifres, em Daniel 7, Eles representam as nações da Europa. Mas, em Apocalipse 17:12, eles aparecem no tempo do fim como representantes dos reis do mundo inteiro, tal como em Apocalipse 16:14. Uma vez o cristianismo romano esteve confinado à Europa. Em nosso dias, ele espalhou-se de modo muito mais vasto.” Pág. 496 e 497."

Falando a respeito da lei dominical e do poder Papal sobre todo o mundo, Ellen White descreve tal acontecimento usando Apocalipse 17:

“Babilônia fará que todas as nações bebam do vinho da ira de sua prostituição. Toda nação será envolvida. João, o Revelador, declara o seguinte sobre esse tempo: ... "Têm estes um só pensamento." (Apoc. 18:3-7; 17:13 e 14.) Haverá um laço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação de forças satânicas. "E oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem.” Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 392."
Embora não seja prudente afirmar, é possível que esses dez chifres e a besta venham a encaixar-se no panorama mundial atual da ONU por ser o órgão mundial responsável não somente pela paz e segurança mundial mas principalmente pela globalização.

A ONU, desde que foi fundada, Nunca conseguiu fundamentar seus ideais de um mundo pacífico e seguro. Dentro do próprio tempo de existência da Onu não foi possível evitar grandes danos como acontecido nas grandes guerras deste século. O próprio presidente dos EUA George W. Bush ignorou a ordem da ONU e invadiu o Iraque sem permissão. Parece que a ONU perdeu o respeito das nações, se é que teve algum respeito ao longo de sua existência.

Pensando nisso, hoje a ONU possui vários projetos de reformas. Uma dessas reformas, visa dividir o mundo em 11 grandes regiões mundiais.
Alguns líderes já pensam até em uma moeda única, e até mesmo uma RELIGIÃO ÚNICA, como forma de pacificação do mundo e evitar conflitos futuros. Na Europa a moeda única já circula em cerca de 90% dos países.

Alguns líderes políticos e especialistas são categóricos em afirmar que a globalização em torno da ONU é inevitável. Pensam que esta seria a única salvaguarda para um mundo cheio de diferenças e conflitos. Um mundo como uma única nação e com um único líder. As nações seriam apenas como estados de uma grande nação mundial.

Será que a bíblia nos ensina algo assim para os dias finais? Será que podemos encontrar luz sobre uma globalização sem precedentes para nossos dias na palavra de Deus? Uma reforma de 10 ou 11 permanente se encaixaria com perfeição na descrição de Apocalipse 17:12 e 13.

Abaixo veja o que a mensageira do Senhor para os nossos dias escreveu a respeito.
“A ira de satanás aumenta à medida em que o tempo se abrevia, e sua obra de engano e destruição atingirá o auge no tempo de angústia. Terríveis cenas de caráter sobrenatural logo se manifestarão nos céus, como indício do poder dos demônios, operadores de prodígios. Os Espíritos diabólicos sairão aos reis da terra e ao mundo inteiro, para segurá-los no engano, e força-los a se unirem a satanás em sua última grande luta contra o governo do céu.” Grande Conflito, 623,624.

“Terrível é a crise para a qual caminha o mundo. Os poderes da terra, unindo-se para combater os mandamentos de Deus, decretarão que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos (Apoc. 13:16), se conformem aos costumes da igreja, pela observância do falso sábado.” Grande Conflito, 604.

“Ao aproximar-nos da última crise, é de vital importância que existam entre os servos do Senhor harmonia e união. O mundo está cheio de tempestade, guerra e contenda. Contudo, ao mando de um chefe - o poder papal - o povo se unirá para opor-se a Deus na pessoa de Suas testemunhas. Essa união é cimentada pelo grande apóstata.” Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 171.

“É ao tempo da apostasia nacional, quando, agindo segundo os métodos de Satanás, os governantes da Terra se enfileirarem ao lado do homem do pecado...” Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 373.

“Os ímpios... declaravam que tinham a verdade, que havia milagres entre eles; que anjos do Céu conversavam e andavam com eles, que grande poder e sinais e maravilhas eram realizados em seu meio, e que isso constituía o milênio temporal que aguardavam há tanto tempo. Todo o mundo se convertera e estava em harmonia com a lei dominical.” Mensagens Escolhidas, vol. 3, págs. 427 e 428.

“Babilônia fará que todas as nações bebam do vinho da ira de sua prostituição. Toda nação será envolvida. João, o Revelador, declara o seguinte sobre esse tempo: ... "Têm estes um só pensamento." (Apoc. 18:3-7; 17:13 e 14.) Haverá um laço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação de forças satânicas. "E oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem.” Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 392.

“Satanás considera como súditos seus os habitantes do mundo; adquiriu domínio sobre as igrejas apóstatas; mas eis um pequeno grupo que resiste à sua supremacia. Se ele os pudesse desarraigar da Terra, completo seria seu triunfo. Como influenciava nas nações pagãs para destruírem Israel, assim, num próximo futuro, ele incitará as maléficas potências terrestres para destruir o povo de Deus.” Serviço Cristão, pág. 157.

Estes sinais estão a se desenrolar bem diante dos nossos olhos. Em breve os reis receberão poder, mas por pouco tempo. Atenção povo de Deus, está chegando o grande dia. O dia mais esperado por aqueles que sonham com a segunda vinda de Jesus. Desperta tu que dormes.

Fonte - Gilberto Theiss

Op. Este vídeo possui 14 partes! Paciência, vale a pena assisti-los.

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A sorte é para os sortudos

Era final de tarde, voltava do trabalho de carro particular, um mercedes 44 lugares sentados, e trocentos em pé. Pra variar eu era um dos trocentos. E pra variar mais um pouco, o ônibus era palco de mais um evento daqueles.
- Oi gente... - grita, uma pobre senhora de meia idade e desdentada que acabara de adentrar aquele silencioso recinto, passando pela roleta .
Ninguém responde.
- Desculpe... Gente é que meus fio tão doente... eu já pedi uma vez, e de novo to pedindo pelo amor de Deus!
O silêncio continuava mortal.
- Gente eu to desem.... (pausa) perae, esse ônibus ta indo pra onde?
- Vila Velha senhora, terceira ponte, esse é o último ponto antes da travessia - diz o trocador pacientemente.
- Ai meu Deus, eu tenho que descer num quero ir pra lá não, num vai dar tempo... nossa paguei a passagem atoa... gente 10 centavos, 5 centavos, qualquer coisa... motorista! espera! deixa eu descer, num fecha a porta não... (O silêncio continuava mortal). Ai me ajuda meu Pai - Desceu desconsolada a pobre infeliz.
Fica a máxma: A sorte realmente não acompanha os aflitos. (Alex Campos)
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Mama nostra

Chegando ao trabalho aquele homem reparou uma vistosa mãe, adentrando sua repartição pública. A rotina parecia prevalecer naquele dia. Mas logo quem, vem ao seu encontro para ser atendida? Sim, ela mesma a mãe vistosa.
Preenchia de forma automática um longo questionário, onde prontamente a mãe vistosa, respondia sem titubear.
Enquanto seus olhos pendiam entre o frio papel e a vistosa mãe, esta sacou sua mama esquerda e prontamente oferece para seu rebento faminto. Agilmente os olhos daquele homem correram para o frio papel, tentando se controlar para não admirar tal cena maternal e assim não constranger a vistosa. Porém a curiosidade era grande, ver ou não ver? Os olhos continuavam a pender entre o frio papel e agora para a cena maternal. Mas logo os olhos estavam no frio papel preenchendo sagazmente cada linha e lacuna. Porém mais uma vez a curiosidade era grande, ver ou não ver? Ergueu seus olhos, sem maiores intenções e sol brilhou... Ali estava a sua frente aquela linda mama desnuda sem nenhum constrangimento, aos olhares famintos daquele pobre homem que prontamente passou a balbuciar monossilabicamente em sua mente:
– ma...ma...ma...ma...ma…ma…
Alex Campos
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Um dia comum às vezes é muito raro

Parecia mais um dia rotineiro na vida daquele funcionário público. Não planejava nada de extraordinário. Acordou, fez sua higiene básica, vestiu-se rapidamente, tomou café, desejou um dia comum e saiu com seu carro particular, uma Mercedes 44 lugares sentados e 50 em pé, ele era um dos 50 pra variar. Saindo do ônibus, uma cena mudaria não apenas seu dia, mas seus conceitos.
– Que foi? – Reclama a moçoila para outra donzela
– Ta me estranhando? – Pergunta à donzela, sentando a mão na cara da moçoila.
– Ta maluca? – Questiona em alta voz a moçoila, esganando e jogando-se em cima da donzela como se fizessem amor e não uma guerra em público.
Sob olhar atônito aquele homem concluiu que: Já não se faz moçoilas e donzelas como antigamente, ou será que, não se faz rotina como antigamente. – Sinais do tempo! É lógico! – Concluiu em alta voz, finalmente.
Alex Campos
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Auto-Hemoterapia. Dr. Luiz Moura

Auto-Hemoterapia. Dr. Luiz Moura
Fonte: http://www.orientacoesmedicas.com.br/auto_hemoterapia.asp

"Veja o vídeo na íntegra (2:37:55) logo após o texto abaixo sobre a proibição da prática denominada "auto-hemoterapia".

Caso queira, deixe sua opinião após vê-los.

Um texto breve e objetivo sobre esta prática você vê aqui
Quem já teve oportunidade de ver, na íntegra, o vídeo que Ana Martinez produziu com o Dr. Luiz Moura sobre o tema denominado "auto-hemoterapia" provavelmente observou o objetivo deles em favorecer melhor saúde das pessoas, além de observar também a boa fé que motivou esta ação.

O Dr. Luiz Moura, baseado principalmente nos inúmeros resultados bem sucedidos que teve com a "auto-hemoterapia" em sua extensa prática clínica, pretende com este vídeo difundir uma técnica simples, de custo financeiro viável, e com abrangência sobre diversas patologias. E, mais que isto, instigar o interesse por parte de pesquisadores da área para, eventualmente, produzirem evidência científica e a conseqüente literatura técnica para embasar ou rejeitar esta prática.

No vídeo, o Dr. Luiz Moura reconhece e informa sobre a não existência ainda de respaldo científico para o que ele denomina "auto-hemoterapia".

Cita e divulga apenas duas publicações:

- Dr. Jesse Pandolpho Teixeira (Cirurgião Toráxico), que em 1940, produziu um
texto sobre "Autohemotransfusão, complicações pulmonares pós-operatório";

- Dr. Ricardo Veronesi (Professor emérito da Faculdade de Medicina da USP, consultor da Organização Mundial de Saúde OMS, presidente Honorário e fundador da Sociedade Brasileira de Infectologia, autor do livro "Doenças infecciosas e parasitárias") que, em março de 1976, publicou o texto
"Imunoterapia: O impacto médico do século".

No final do mês de março de 2007, a Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (SBHH) "Frente a inúmeros questionamentos recebidos, tanto por parte de profissionais médicos como não médicos, relacionados à suposta prática denominada 'auto-hemoterapia' ", divulgou um COMUNICADO contra.

No dia 13 de abril de 2007, a ANVISA que "Considerando os questionamentos recebidos pela Gerência de Sangue e Componentes – GGSTO/ANVISA, sobre a prática denominada de 'auto-hemoterapia' ", divulgou uma
NOTA TÉCNICA, também contra.

Portanto, com o objetivo de prevenir e evitar "possíveis efeitos colaterais e complicações desta prática", que "pode colocar em risco a saúde dos pacientes a ela submetidos", de acordo com a SBHH, e, também, como afirma a nota técnica da ANVISA, "Este procedimento não foi submetido a estudos clínicos de eficácia e segurança, e a sua prática poderá causar reações adversas, imediatas ou tardias, de gravidade imprevisível" está proibida a prática de "auto-hemoterapia" por médicos e são passíveis de punição aqueles profissionais que a praticarem.

O item 7 da Nota Técnica a ANVISA informa: "O procedimento 'auto-hemoterapia' pode ser enquadrado no inciso V, Art. 2º do Decreto 77.052/76, e sua prática constitui infração sanitária, estando sujeita às penalidades previstas no item XXIX, do artigo 10, da Lei nº. 6.437, de 20 de agosto de 1977".

Acatando, sem qualquer questionamento a posição da SBHH e da ANVISA, continuaremos, no entanto, apresentando o link público para o vídeo sobre "auto-hemoterapia" disponível no Google Video, assim como o endereço do Dr. Luiz Moura e o endereço da produtora do vídeo sobre "auto-hemoterapia" com o mesmo objetivo principal do Dr. Luiz Moura, ou seja, desejando despertar a atenção e o interesse de pesquisadores para que seja produzida, brevemente, evidências científicas refutando ou aprovando definitivamente esta prática denominada "auto-hemoterapia".

A seguir, o vídeo na íntegra (2:37:55).
"

Opinamundos:
Não conheço nenhuma experiência pessoalmente, mas considero haver uma verdade neste tipo de tratamento, dado que o sistema imunológico ativado, promove a melhor defesa do organismo a qualquer tipo de doença. A ciência sempre caminhou em cima de polêmicas, mas os fatos e os estudos comprovados, acabam sempre definindo os rumos e os melhores tratamentos. Acredito que não se deve haver crença absoluta em um único tipo de tratamento. Todos são complementares, principalmente quando há fé e disposição para se lutar pela vida, ingredientes fundamentais para a cura total de qualquer enfermidade.
Fica a máxima:
"Um corpo sem inteligência não ama. Um corpo sem saúde não desfruta do amor. Um gênio sem amor não tem saúde espiritual. Diante disso tudo, devemos a cada instante procurar a companhia das três virtudes, mesmo que alcancemos uma a uma." Paulo Baleki
Saúde a Todos!!
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O Menestrel - Why Worry



Why Worry (tradução)
Dire Straits
Composição: Indisponível

POR QUE SE PREOCUPAR

Amor, eu vejo o mundo que lhe deixou triste.
Algumas pessoas podem ser más,
Nas coisas que elas fazem, nas coisas que elas dizem,
Mas amor, eu limparei essas lágrimas amargas,
Eu afugentarei esses medos impacientes,
Que fizeram seu céu azul se tornar cinza.

Por que se preocupa? haverá risos após a dor,
Haverá a luz do sol após a chuva,
Essas coisas sempre foram iguais,
Então, Por que se preocupa agora?

Amor, quando eu desço e me viro pra você,
E você compreende o que eu faço,
Eu sei que isso não é duro de dizer,
Mas amor, apenas quando esse mundo parece ruim e frio,
Nosso amor fica brilhando vermelho e ouro,
E toda a tranqüilidade é um propósito

Por que se preocupa? haverá risos após a dor,
Haverá a luz do sol após a chuva,
Essas coisas sempre foram iguais,
Então, Por que se preocupa agora?
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Suplicy fala sobre "renda mínima" na Espanha



Opinamundo:

A grande discussão do século XXI será a sustentabilidade do sistema capitalista. Humaniza-lo é urgente. Criar solidariedade entre os homens garantirá uma possível mudança de paradigmas, possibilitanto correções e necessários desapegos que a raça humana anseia desde de sua criação ou geração espontânea. O fim da pobreza será indispensável e o novo controle social se dará pela sensação de inclusão, reconhecimento e acessos.

Uma sociedade sadia não suportará mais conceber seres humanos vivendo em níveis de miserabilidade, o ingresso a uma vida de qualidade, possibilitará a otimização da economia, que não mais conduzirá todas as agendas e rumos da vida social. A Assistência Social continuará a existir, mas com um olhar mais amplo, não somente nas anomias sociais, fragilidades psicológicas e etárias das pessoas, mas na educação e capacitação dos recem cidadãos dessa nova sociedade.

Parece reducionista e pretencioso o que falei até agora, mas se não queremos sistemas autoritários, retrógrados, autofágicos, selvagens ou anárquicos. Devemos considerar a radicalização da democracia, não temendo mais a ação do próximo, mesmo ele não sendo um igual. Pois é de desigualdades que se faz o colorido social, porém as cores devem ser vivas e alegres, do contrário continuaremos a conviver com a frieza de cores mortas, representando aquilo que nunca olhamos, mas que nos incomoda, principalmente quando vítimas somos dessa indiferença e miséria de ações e vontades.

(Alex Campos)

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Microconto: Bar Pós-Graduação

Após uma noitada daquelas o pobre coitado foi tomar a famosa “saideira” num lugar bem peculiar chamado Bar Pós-Graduação. Resultado final da noite. Saiu especialista em diversas modalidades:
Consumo Etílico Avançado;
Para Gostar de Cirrose Hepática;
Ventilação da Fofocametria Alheia
e a mais concorrida de todas as especialidades oferecidas:
Cornologia Aplicada;
(Alex Campos)
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O MENESTREL



O MENESTREL

Um dia você aprende que...
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você é na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você mesmo pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar...que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.
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Unknown

A campanha Renda Mínima Cidadã, já é de conhecimento do Presidente Lula


Opinamundos encaminhou a idéia da Campanha: Renda Mínima Cidadã já!, ao gabinete da Presidência da República, através do site http://www.planalto.gov.br/, na seção 'fale conosco'. Abaixo segue a resposta:


"Prezado Senhor,
Em resposta a sua mensagem endereçada ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informamos que ela foi encaminhada a Subchefia de Assuntos Parlamentares para análise e eventuais providências.
Cordialmente,
Claudio Soares Rocha
Diretoria de Documentação Histórica
Gabinete Pessoal do Presidente da República"


Vamos aguardar a repercusão. Espero que comece algum debate nesse sentido. A retomada da discussão do acesso a renda como ela realmente deve ser, sem a capa do assistencialismo eleitoreiro se faz urgente. Além da reforma tributária que beneficiará toda a sociedade, se realmente levar a sério o fim do Imposto de Renda ou a implantação do Imposto Único Federal.


Saudações a todos!

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Filme: A Corporação



Dica 3 : "A Corporação" - Produção canadense, dirigida por Mark Achbar ("Manufacturing Consent: Noam Chomsky and the Media") e Jennifer Abbot a partir de um livro de Joel Bakan. Ataca questões éticas de grandes empresas.

Por Richard James Havis

NOVA YORK (Hollywood Reporter) - Os ataques às práticas éticas e sociais das grandes empresas que compõem o documentário "A Corporação" não serão novidade para a maioria dos liberais bem informados.

Mas a pesquisa bem feita, a apresentação clara e a correlação precisa com os escândalos recentes envolvendo grandes empresas norte-americanas devem incentivar os espectadores bem menos informados a refletir mais profundamente sobre o papel das grandes firmas no mundo.

Se tivesse sido exibido alguns anos atrás, "A Corporação" provavelmente tivesse passado desapercebido. Mas o destaque ganho por "Fahrenheit 11 de Setembro" e os escândalos envolvendo empresas norte-americanas devem despertar o interesse do público. O fato de Michael Moore aparecer no filme, como entrevistado, é uma atração adicional.

A produção canadense é dirigida por Mark Achbar ("Manufacturing Consent: Noam Chomsky and the Media") e Jennifer Abbot a partir de um livro de Joel Bakan.

O documentário começa com um breve histórico legal das grandes empresas. De acordo com a lei, as firmas têm os mesmos direitos que os indivíduos: podem processar, ser processadas, etc.

Mas o foco do filme está em mostrar que existe uma grande diferença entre o indivíduos e a corporação. Espera-se dos indivíduos que demonstrem responsabilidade ética e social. Já a corporação tem, por lei, apenas uma responsabilidade: garantir a seus acionistas o maior lucro possível.

O longa-metragem afirma que esta é uma abordagem unidimensional que conduz à exploração da força do trabalho, à devastação do meio ambiente, a fraudes contábeis e várias outras coisas do gênero.

WTC E O OURO

Para comprovar seu argumento, os cineastas entrevistam cerca de 40 pessoas, incluindo Noam Chomsky, Milton Friedman, Mark Moody-Smith (ex-presidente da Royal Dutch Shell) e os jornalistas Jane Akre e Steve Wilson, ex-funcionários da Fox News.

Os temas variam desde fábricas de fundo de quintal no Terceiro Mundo até a destruição do meio ambiente, passando pela patenteação do DNA.

Uma parte perturbadora do filme mostra um negociador de commodities, Carlton Brown, dizendo que, ao assistir ao ataque terrorista contra o World Trade Center, os dealers de ouro acharam que a tragédia teria um aspecto positivo, na medida em que faria o preço do ouro subir.

Os cineastas deram a executivos-chefes como Mooy-Smith a oportunidade de apresentar argumentos em favor da responsabilidade empresarial.

O que Moody-Smith quer mostrar é que existem alguns líderes bons nas grandes empresas, capazes de conduzi-las num rumo positivo.

Os diretores respondem que esses poucos bons líderes não serão capazes de impor uma responsabilidade ética a uma máquina construída com o objetivo único de auferir lucros.

Um raio de esperança é lançado por Ray Anderson, executivo-chefe da Interface, a maior fabricantes mundial de tapetes. Anderson se conscientizou da questão ambiental e reestruturou um terço de sua empresa, que vale 1,4 bilhão de dólares, com base em princípios ecologicamente sustentáveis.

"A Corporação" não é um trabalho de ativismo global que defenda a derrubada do capitalismo. Uma seção final do filme analisa como o poder das grandes empresas pode ser reduzido por meios legais e sociais.

Alguns trechos do filme, como um em que Michael Moore, antes do lançamento de "Fahrenheit", comenta por que a Disney lança filmes de um inimigo declarado das grandes empresas, como ele, estão datados, e o filme fala muito pouco da Worldcom ou da Enron.

Mesmo assim, será muito bem-vindo pela parte do público cujas preferências políticas se situam à esquerda do centro.

Opinamundos:

Por Alex Campos

A Responsabilidade Social Empresarial perpassa por um Estado menos sócio do mercado e mais fiscalizador através de agências reguladoras com forte presença da sociedade civil (Ongs, partidos, igrejas, organizações do Terceiro Setor em geral). Equação inteligente e sustentável para todos! A Responsabilidade Social Empresarial também é uma política altamente rentável, pois promove o empoderamento do consumidor, que passa a consumir com mais consciência contribuindo de fato para o desenvolvimento local e sustentável das comunidades que mais sofrem os empactos sócio-ambientais, destas coorporações.

Enfim, ações que deverão mudar os paradigmas do capitalismo, tornando-o mais humano, sustentável, criativo e solidário! Essa é a esperança. E para ser mais uma vez insistente, contribui para consolidação da proposta da Renda Mínima Cidadã em escala local e mundial. Acesso a renda é um direito inalienável, pois é fruto das riquezas geradas por todos, de forma direta ou indireta.

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Unknown

Filme: Cronicamente Inviável



Dica 2:
Filme de Sérgio Bianchi (1999) - Seu filme mais conhecido, Cronicamente Inviável, que aborda o caos social em diversas regiões e classes sociais do Brasil.

Opinamundos:
Programa de Renda Mínima e Cidadã já! Chega do caos social que enrriquece o bolso alheio e nunca mudam a realidade! (Alex Campos)
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Unknown

Filme: Quanto Vale ou é Por Quilo?



Dica 1:
Filme de Sérgio Bianchi (2004) - Quanto vale ou é por quilo?
Traça um paralelo entre a situação do negro no Brasil, antes e após a escravidão e mostra que muito pouco mudou.

Opinamundos:
Programa de Renda Mínima e Cidadã já! Chega de projetos sociais que enrriquecem o bolso alheio e nunca mudam a realidade! (Alex Campos)
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Palavras ao vento? Nunca será



Parecia que suas ideias eram versadas ao vento. Nenhum comentário em seu blog. Todos os dias corria ansioso para ver se apenas um, apenas um mísero comentário lhe garantiria a certeza que alguém lhe dava ouvidos, que alguém realmente lia e entendia o que aquele ser queria transmitir ao mundo. Finalmente chegou o grande dia, o blogueiro, como costumam dizer hoje em dia, recebeu um comentário em um de seus texto:
_ Quem é sabe!
Desligou o computador com profunda alegria. (Alex Campos)
(texto modificado após profunda reflexão da expressão emblemática: Quem é sabe!)
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Unknown

Campanha: Renda Mínima Já!

Os primeiros manifestos sobre a campanha:

1) Senador Marco Marciel

"Prezado Senhor
Incumbiu-me o Senador Marco Maciel de agradecer seu e-mail e parabenizá-lo pelo exercício de cidadania. Se depender do Senador Marco Maciel não será efetuado nenhum aumento de carga tributária que tanto penaliza nossa sociedade. O sucesso da estabilização econômica e fiscal conquistada pelo povo brasileiro, após a implantação do Plano Real, tem permitido sucessivos recordes de arrecadação que deve ser revertido para que os preceitos constitucionais sejam observados, com relação à saúde, educação, segurança, infra estrutura, etc. Não há razão para que a decisão soberana dos Senadores, com a derrubada da CPMF seja questionada, com a proposta de criação de novo imposto.

Cordialmente,"
Nilson Rebello
Chefe de Gabinete
Opinamundos:
Agradeço a pronta resposta do ilustre senador, ex-Vice-Presidente da República, Marco Marciel, na pessoa de seu Chefe de Gabiente o Sr. Nilson Rebello. Óbiviamente que o Senado Federal deverá ratificar sua decisão de extinguir o chamado "imposto eletrônico", seja qual sigla ele tenha. Porém, é fato que assim como o voto eletrônico, veio reduzir drásticamente as fraudes eleitorais, o conhecido e mal falado, imposto eletrônico, não foi de um todo o grande vilão dos impostos, pelo contrário ajudou o Estado a detectar muita sonegação fiscal e crimes diversos.
É bem da verdade que a CPMF, foi o primeiro ensaio dos impostos eletrônicos, que deveria cuminar no debate do Imposto Único, mas os interesses da elite política/empresarial ainda não conseguiram convergir para esta brilhante idéia, defendida com vigor pelo ex-deputado federal Marcos Cintra (http://www.marcoscintra.org/politica/deputado/index.asp). Não vou aqui, me alongar em tentativas de entender tanto retrocesso, mas a modernização do Estado brasileiro perpassa por mecanismos mais simples e eficazes de tributação e retorno em serviços e acessos, sem receios e corporativismos que só fazem abrir um abismo social entre os "iguais" filhos da pátria mãe gentil.
Portanto, a luta continua a favor do Programa Universal de Transferência de Renda Direta, como forma de garantir a complementação de renda daqueles que só sabem ouvir falar que são cidadãos brasileiros, que vivem num pais de riquezas naturais, mas vivem a mingua em filas intermináveis do SUS; que andam como "sardinhas enlatadas" em sistemas de transporte devasados; que acreditam ser o Bolsa Família é uma "bênção"; que escutam pelo noticiário aumentos voluptuosos de certas castas brasileiras, em detrimento de míseros aumentos do salário mínimo, que só não podem ser maiores, porque criariam um rombo nos cofres públicos e quisá uma hiperinflação instantânea.
Por favor senhores cidadãos e cidadãs deste meu Brasil, se puderem responder:
=> Você acha que recebe o que realmente faz por merecer?
=> Porque, em algumas autarquias e setores da econômia os bonûs salariais são fartos (14º, 15º, 16º... salários) e isso não abala a inflação?
=> Você acha que devemos trabalhar 3 turnos para conseguir um salário mínimamente descente?
=> Você acredita piamente nesta frase: "Pra ganhar dinheiro tem que ser empreendedor". Quer disser que todos devem ter esse dom, para ser feliz e ganhar dinheiro?
=> Certa vez ouvi de um colega de profissão que: "Pobre não serve nem para ser explorado". Será? Seria ótimo, se não servissem mesmo. Talvez essa afirmativa defenda a inclusão ao invés da exclusão. Mas pelo visto no Brasil, o pobre e a pobreza servem e muito para ser explorado, iludido e contido como bois mansos que até sabem a força que tem, mas nunca reagem.
No mais agradeço ao ilustre Senador pelo esforço em defesa dos interesses da nação e de seu nobre povo.
Alex Campos de Souza, Sociólogo Ms.
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Unknown

Proposta de Ação Popular: Renda Mínima já!

Composição de uma ação popular com coleta de 1 milhão de assinaturas a favor:
1)
Da aprovação de um imposto eletrônico, ao estilo da extinta CPMF, para a implantação do Fundo Nacional de Cidadania que financiará o Programa Universal de Transferência de Renda Direta ou o já proposto no Senado Federal: Programa de Renda Mínima (imposto negativo) em substituição a todos os outros Programas de Transferência de Renda (Bolsa Família, por exemplo);

2) E contra a criação da CSS – Contribuição Social para Saúde.

Composição do Fundo:

A composição deste fundo poderá se dar pela criação deste novo imposto eletrônico e a transferência de 1 a 5% do PIB, de 10% dos royalteis do setor energético (petróleo, gás e bio-combustíveis) e de 40% dos dividendos do Tesouro Nacional.

Justificativa

A mesma utilizada no PROJETO DE LEI DA CÂMARA Nº 2561, de 1992 (PLS 80/91) de autoria do Senador EDUARDO MATARAZZO SUPLICY.

A constituição da República Federativa do Brasil, no art. 3º, expressa que um de seus objetivos fundamentais é erradicar a pobreza e reduzir as desigualdades sociais e regionais. O projeto de lei que ora submeto à apreciação dos ilustres parlamentares objetiva cumpri-la.
Objetiva cumpri-la de forma transparente, direta e eficaz. Não presumo que seja fácil fazê-lo sem aumento de tributos, mas a possibilidade existe.
(1 - Sim existe, Com a recriação de um imposto eletrônico livre de fraudes, corrupção e utilização eleitoreiras. E ao contrário da extinta CPMF e da famigerada CSS, que o atual governo insiste em criar, com velhas justificativas que já de antemão sabemos que nunca serão utilizadas exclusivamente para a saúde. O novo imposto que proponho será utilizado somente e exclusivamente para compor o “Fundo Nacional de Cidadania” que financiará o Programa Universal de Transferência de Renda Direta ou o já proposto no Senado Federal: Programa de Renda Mínima).

É possível desde que haja determinação para cortar despesas, transferir recursos e suprimir incentivos que existem em nome dos pobres, mas que não os atingem significativamente. Não o fazem por ineficiência ou vulnerabilidade, afundando-se na burocracia e na corrupção.
(2 – Infelizmente o Estado Brasileiro tem heranças patrimonialistas, que sempre contaminaram as relações entre o Público e o Privado, desta forma a ascensão política sempre foi confundida com enriquecimento pessoal e mau uso da máquina pública para auto-promoção. Assim muitos programas sociais são vulneráveis a corrupção e são muitas vezes inescrupulosamente utilizados como moeda de troca eleitoral. A transferência de renda direta, reduzirá praticamente a zero essa prática perversa, mudando de vez a relação entre os eleitores e seus mandatários, não mais o voto em troca de famigeradas bolsas, cheques e cestas.
A democratização do acesso à renda, sua justa redistribuição e a livre escolha de seu uso irão potencializar os acessos dos brasileiros a plena cidadania, porém para isso uma nova cultura de ver o dinheiro como um meio e não o fim em si mesmo, deverá ser fomentada por todos, com livres iniciativas de incentivo a uma economia mais justa e solidária.)

Proponho um mecanismo que visa garantir renda mínima a pessoa adultas que não conseguem ganhar rendimentos suficientes para suas necessidades básicas. Simples na sua concepção, este instrumento tem sido defendido por alguns dos mais conceituados economistas de diferentes tendências, como John Kenneth Galbraith, James Tobin Robert Solow e Milton Freedman. Reconheço a persistência do brasileiro Antonio Maria da Silveira, que o defende há vinte. Edmar Lisboa Bacha e Roberto Mangabeira Unger já defenderam a sua introdução, e Paul Singer também o tem defendido, na forma de um mínimo familiar.
(3 - Há um lugar do mundo em que se instituiu uma renda básica. Em 1976 o Estado Americano do Alasca passou a destinar pelo menos 25% de todos os "royalties" provenientes da exploração de minérios, como o petróleo, ao Fundo Permanente do Alasca. O patrimônio do Fundo passou de US$ 1 bilhão, em 1980, para US$ 17 bilhões, em 1995. A partir de 1982, cada habitante do Alasca, com a única condição de estar morando lá há pelo menos um ano, vem recebendo um dividendo que, em 1995, atingiu US$ 990.)
Assim como as pessoas que ganham além de um determinado limite transferem parte de seus rendimentos ao Erário, na forma do Imposto de renda, aquelas que percebem rendimentos inferiores a um mínimo de subsistência receberão uma complementação , por meio do mesmo sistema. Uma importante vantagem está no reconhecimento do direto de escolha do beneficiário, que passa a determinar seus gastos. Diferencia-se assim de outros programas sociais que têm por objetivo distribuir bens ao pobres, ou prestar-lhes assistência, sem consultá-los previamente acerca de suas necessidades mais prementes.
O programa de Renda Mínima Garantida funcionará de maneira complementar ao salário mínimo, tendo algumas vantagens sobre a concepção e o funcionamento deste. Muito embora a Constituição diga que o salário mínimo pago aos trabalhadores deva ser ''capaz de atender as suas necessidades básicas vitais e às de suas famílias com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social'', o seu valor, fixado periodicamente pelo Governo, tem estado longe de poder cumprir tais finalidades.
Um aumento brusco do salário mínimo, objetivando o cumprimento do preceito constitucional, tem sido argumentado, poderia acabar sendo frustrado pelas seguintes razões: a) muitas organizações, especialmente prefeituras nas regiões mais pobres, dificilmente teriam condições de suportar tais gastos, o que resultaria em possível aumento de emprego; b) o aumento de salários, se bem acima do ganho em produtividade, poderia causar pressão inflacionaria; c) o aumento conseqüente da procura de bens tipicamente consumidos por assalariados, caso não haja planejamento para supressão de entraves ao aumento da oferta, poderia resultar, também, em pressão significativa sobre preços e / ou em problemas de desabastecimento.
Na medida em que estiver definida e respeitada a sua fonte de receita, a execução do Programa de Renda Mínima não produzirá pressões inflacionarias. Obviamente, terá efeito sobre a demanda de serviços e bens de consumo popular, tornando-a mais intensa e regular. Desde que o crescimento da oferta possa ocorrer de forma gradual, particularmente no caso de alimentos, pode-se prever um efeito muito saudável para a economia brasileira. Depois de tantas décadas de desajustamento, ocorrerá a absorção de mão-de-obra pouco ou não qualificada, dentre outros fatores abundantes e ociosos.
Como o programa tem abrangência nacional, qualquer pessoa que vive na grande ou na pequena cidade, nos estados mais desenvolvidos ou mais pobres, perto dos grande centros ou nas regiões rurais mais longínquas, terá direito a dele participar. Resultará importante efeito sobre os fluxos de migração no País, propiciando a muitos o direito à sobrevivência, sem a necessidade de se deslocarem, em momentos de desespero, por falta absoluta de alternativas.
O projeto é flexível, facultando ao Poder Executivo a implantação mais rápida do programa. Outro elemento de flexibilidade é a possível variação da alíquota entre 30% e 50%, de acordo com a disponibilidade de recursos, e a própria experiência acumulada em sua implantação. Determina-se a capacitação do Poder Executivo apenas para o apoio e orientação das prefeituras que desenvolverem programas de treinamento para os beneficiários. Flexibilidade novamente, pois a descentralização trará ajustes às especificidades locais. Mais do que isto, há o reconhecimento de que é preciso primeiro retirar o ser humano da miséria, para que ele possa, em seguida, adquirir treinamento.
Para uma sociedade que hoje se caracteriza por ser uma das apresentam disparidades socioeconômicas das mais intensas e graves do mundo, que tem repetidamente fracassado em suas tentativas de diminuir a pobreza e as desigualdades, determinação expressa de erradicar a miséria, e suas conseqüências, deve constituir-se em vontade maior. Faz-se então necessária a criação de um instrumento de política econômica que cumpra tal objetivo da melhor e mais eficiente maneira.
Essas as razões que nos levam a solicitar a aprovação do projeto de lei que ora submetemos à deliberação dos ilustres membros desta Casa.
Brasília, 16 de abril de 1991. Senador EDUARDO MATARAZZO SUPLICY

Leitura Complementar Relevante:
(texto elaborado Senador EDUARDO MATARAZZO SUPLICY em 1995)

A renda mínima como um direito à cidadania
"O Programa de Garantia de Renda Mínima, PGRM, ao lado da efetiva realização da reforma agrária, constitui-se num dos instrumentos de política econômica que mais eficazmente poderá ajudar o Brasil a alcançar os objetivos de estabilidade de preços, de crescimento com concomitante melhoria na distribuição de renda e, com atenção especial, de erradicação da miséria.
A proposição da garantia de uma renda mínima acompanha a história da humanidade. Encontra adeptos em extraordinário espectro de pensadores em praticamente todos os países.
Thomas More, em "Utopia", em 1516, relata o diálogo entre o viajante Rafael Hitlodeu, o cardeal arcebispo e outro personagem sobre a ineficácia da pena de morte para diminuir os roubos: "Ao invés de infligir estes horríveis castigos, seria muito melhor prover a todos algum meio de sobrevivência, de tal maneira que ninguém estaria se submetendo à terrível necessidade de se tornar primeiro um ladrão e depois um cadáver". Com base nesta reflexão, um amigo de Thomas More, Juan Luis Vives, dez anos depois, em 1526, fez a primeira proposta de renda mínima para a cidade flamenga de Bruges, em "De Subventione Pauperum", onde ela foi implementada.
Há 200 anos, um dos principais ideólogos das revoluções americana e francesa, Thomas Paine, em "Agrarian Justice", num ensaio que enviou ao Diretório Francês, expressou que "Todo indivíduo nasce no mundo com um legítimo direito a uma certa forma de propriedade, ou sua equivalente". Paine argumentou que "todo proprietário que cultiva a terra deve à comunidade um aluguel pela mesma", propondo a criação de um fundo nacional, o qual produziria rendimentos que seriam pagos na forma de dividendos iguais para todos para compensar pela perda desta herança natural.
Bertrand Russel, em "Os Caminhos da Liberdade", 1918, afirmou que "o plano que estamos preconizando reduz-se essencialmente a isso: que certa renda, suficiente para as necessidades, será garantida a todos, quer trabalhem ou não, e que uma renda maior - tanto maior quanto o permita a quantidade total de bens produzidos - deverá ser proporcionada aos que estiverem dispostos a dedicar-se a algum trabalho que a comunidade reconheça como valioso".
A proposição de um dividendo social igual para todos, por formas variadas, foi defendida pelo casal E. Mabel e Dennis Milner, em 1919, por George D. H. Cole, em 1929 e 1935, pelo Prêmio Nobel de Economia de 1977, inglês James Edward Meade, em 1935, por Oskar Lange, em 1936, por Joan Robinson, em 1937 e por Abba P. Lerner, em 1944. A contribuição destes economistas está bem amadurecida sobretudo na obra recente de James E. Meade, "Liberty, Equality and Efficiency", de 1993, em que relata as características de "Agathotopia", um bom lugar para seres humanos imperfeitos, onde os principais arranjos sociais, como a flexibilidade de preços e salários, a associação entre empresários e trabalhadores e um dividendo igual para todos, significariam a maneira de compatibilizar os ideais de liberdade, igualdade e eficiência.
Da parte daqueles que defenderam com mais eloqüência o capitalismo, vários laureados com o Nobel de Economia surgiram como defensores da renda mínima e do imposto de renda negativo. Friedrich A. Von Hayek, em 1944, defendeu "a salvaguarda contra graves privações físicas, a certeza de que um mínimo de meios de sustento será garantido a todos". George Stigler, em 1946, mostrou que o imposto de renda negativo seria a melhor maneira de proteger a remuneração dos que, de outra forma, ganhariam muito pouco. Milton Friedman, popularizou a defesa do imposto de renda negativo, em 1962, como o mais eficaz instrumento para combater a pobreza.
Em 1968, John Kenneth Galbraith, James Tobin e Paul A. Samuelson lideraram um manifesto assinado por 1.200 economistas solicitando ao Congresso Norte-Americano que aprovassem um sistema nacional de suplementação e de garantia de renda, o que já havia sido a recomendação expressa da Comissão Heinemann, designada pelo presidente Lindon Johnson, para estudar as medidas que os EUA deveriam instituir para realizar a "Guerra contra a Pobreza".
Foi em 1969 que o presidente Richard Nixon, com a cooperação de Daniel Patrick Moynihan, ex-membro dos gabinetes Kennedy e Jonhson, apresentou o Plano de Assistência à Família. Segundo o "Family Assistance Plan", FAP, toda família cuja renda não atingisse pelo menos US$ 3.900 por ano teria direito a um imposto de renda negativo equivalente a 50% da diferença entre aquele patamar e a sua renda. Por duas vezes o projeto foi rejeitado pelo Senado, após ter sido aprovado na Câmara dos Deputados.
A interessante lição mostrada por Moynihan é que os "liberais", pretendendo obter mais do que Nixon havia proposto, acabaram nada obtendo. Alguns, por exemplo, queriam que a renda familiar mínima anual fosse de US$ 5.500, o que levaria a um estouro do orçamento da época. Na segunda votação no Senado, os conservadores realizaram brilhante manobra utilizando as contradições dos "liberais" para derrotar diferentes versões do FAP.
Mais adiante, por iniciativa do Senador Russell Long, democrata de Lousiana, foi criado o "Earned Income Tax Credit", EITC (Crédito Fiscal por Remuneração Recebida), uma forma de imposto de renda negativo para famílias com renda anual inferior a US$ 26.673, que se tornou lei em 1975 no Governo Geraldo Ford. Com apoio de democratas e de republicanos, o EITC foi aumentado por iniciativa dos presidentes Ronald Reagan, em 1986, George Bush, em 1990, e, mais significativamente, Bill Clinton, em 1993.
Neste ano de 1995, prevê-se que 18.425.000 famílias receberão um total de US$ 23,3 bilhões, representando um crédito fiscal, em média, de US$ 1.265 por família. Trata-se, portanto, de um programa que beneficia cerca de 45 milhões de pessoas nos EUA. O professor Albert Hirschman, por ocasião de sua visita ao Brasil para a posse do presidente Fernando Henrique Cardoso, contou-me que considerava a ampliação do EITC a maior realização do presidente Clinton.
Na Europa, quase todos os países, como a Grã-Bretanha, Alemanha, Suécia, Bélgica, entre outros, proporcionam o benefício à criança até que complete seus estudos fundamentais, como um direito à cidadania. A França instituiu a Renda Mínima de Inserção, em 1988. A iniciativa do presidente François Mitterand e do primeiro ministro Michel Rocard foi aprovada consensualmente pela Assembléia Nacional e beneficia toda pessoa de 25 anos ou mais cuja renda mensal não atinge pelo menos 2.600 francos. Na Guiania, território ultramar da França, a RMI é vigente com valores 20% menores. Também a Espanha, a partir de 1988, com leis para cada província, instituiu a Renda Mínima de Inserção, a partir da preocupação dos sindicatos junto ao governo que algo deveria ser criado para proteger os trabalhadores menos qualificados e organizados.
Em 1986, foi criada a Rede Européia da Renda Básica, "Basic Income European Network", BIEN, com o propósito de se tornar um fórum para debater intensamente todas as experiências de renda de mínima, básica ou de cidadania, nos mais diversos países. Esta entidade tem propugnado pela instituição de uma renda pequena, porém, incondicional a todas as pessoas numa sociedade, independente de sua origem, raça, sexo, situação civil, de emprego ou econômica. Para os que desejam conhecer bem os fundamentos, é bom ler as obras de um dos principais fundadores da BIEN, Philippe Van Parijs.
Há um lugar do mundo em que se instituiu uma renda básica. Em 1976 o estado americano do Alasca passou a destinar pelo menos 25% de todos os "royalties" provenientes da exploração de minérios, como o petróleo, ao Fundo Permanente do Alasca. O patrimônio do Fundo passou de US$ 1 bilhão, em 1980, para US$ 17 bilhões, em 1995. A partir de 1982, cada habitante do Alasca, com a única condição de estar morando lá há pelo menos um ano, vem recebendo um dividendo que, em 1995, atingiu US$ 990.
Aqui no Brasil os primeiros economistas a propor uma renda mínima através de um imposto de renda negativo foram Antonio Maria da Silveira, em 1975, e Edmar Bacha, em 1978. Mais recentemente, muitos economistas têm de alguma forma apoiado a proposta. O PGRM, tal como aprovado pelo Senado, prevê um imposto de renda negativo da ordem de 30% a 50% da diferença entre R$ 210 (novembro 1995) e a renda da pessoa de 25 anos ou mais cuja renda não atinja aquele patamar.
O PGRM está sendo aplicado regionalmente com uma variante interessante. Durante o debate havido em 1991 entre economistas do PT, José Márcio Camargo propôs que devesse ser implementado prioritariamente para as famílias que tivessem filhos em idade escolar, até 14 anos, desde que fossem efetivamente à escola pública. No Uruguai e na Argentina, há décadas foi instituída a "Asignacion Familiar", que prove uma renda às famílias para que suas crianças frequentem a escola.
Em 1995, os Governo Cristovam Buarque (PT) e José Roberto Magalhães Teixeira (PSDB), no Distrito Federal e em Campinas, iniciaram programas de renda mínima relacionados à educação. Projetos de natureza semelhante foram recentemente sancionados em Salvador, Ribeirão Preto, Sertãozinho, Londrina e Campo Grande. Outros projetos nesta direção estão em vias de ser aprovados nas câmaras municipais de São Paulo, São José dos Campos, Jundiaí, Piracicaba, Rio de Janeiro, Curitiba, Angra dos Reis, Ipatinga, Belo Horizonte, Goiânia, Fortaleza e nas assembléias legislativas de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Piauí, Sergipe etc.
No Senado, quando pela primeira vez apresentei o projeto, houve quem dissesse como o senador Pedro Simon, que de início lhe parecia tratar-se de uma idéia estranha. Depois que a compreendeu, entretanto, votou com entusiasmo a favor. O próprio presidente Fernando Henrique Cardoso, então líder do PSDB no Senado, encaminhou favoravelmente a votação, qualificando o PGRM de "Uma utopia realista, com os pés no chão... tendo o Senado colocado os pingos nos iis para torná-lo factível." Em dezembro de 1991, o projeto foi aprovado por todos os partidos.
O projeto encontra-se hoje tramitando na Câmara dos Deputados, na Comissão de Finanças e Tributação, onde obteve o parecer favorável do Deputado Germano Rigotto (PMDB-RS). A sua discussão em tantos municípios brasileiros tem levado a um interesse crescente pela matéria, prevendo-se para breve a sua votação de forma bastante amadurecida e consciente. Enquanto que o Ministro da Fazenda, Pedro Malan, já expressou, no Senado, a sua simpatia pelo PGRM, o Ministro do Planejamento, José Serra, tem mostrado resistência à idéia, seja pelo que pode custar, ou por preferir, segundo expressou no Congresso, programas setoriais específicos como o seguro-desemprego e o funrural. Serra poderia refletir sobre as palavras de Galbraith na décima conferência anual do "Journal of Law and Society":
"Existe, primeiro, o inescapável requerimento de que toda pessoa em uma boa, ao menos decente, sociedade deveria ter uma fonte básica de renda. E se isto não for possível através do sistema de mercado, como assim é hoje chamado, então é preciso que venha do Estado. Não vamos nos esquecer que nada determina um limite mais forte à liberdade do cidadão do que a total ausência de dinheiro".
Como será possível financiar um programa que poderá custar cerca de 3% do Produto Interno Bruto? Desde que venhamos a considerar a erradicação da miséria como um dos objetivos fundamentais da Nação, conforme expresso no Artigo 3, Inciso III da Constituição, e que estejamos dispostos a substituir programas menos eficazes do que este, certamente encontraremos meios de remanejar despesas e criar receitas nos orçamentos dos três níveis de governo, de forma coordenada, para o implementarmos em todo o país. A princípio, devemos analisar o nível de isenções e incentivos fiscais concedidos anualmente. No projeto de lei orçamentário de 1996 consta estimativa que estabelece os benefícios tributários em 3,22% do PIB.
No âmbito das ações sociais, a substituição de programas de distribuição de cestas básicas, por exemplo, pela transferência monetária diretamente às pessoas, na forma do PGRM, altera o seu caráter na direção de um direito universal à cidadania. Ao mesmo tempo, gera atividade econômica local e, portanto, uma base tributável que permitirá sua estruturação orçamentária dos municípios e a redução de sua dependência financeira.
As experiências locais do PGRM demonstram a sua viabilidade. Na medida em que o direito se universalizar, nenhum brasileiro ficará propenso a migrar de sua região por falta total de meio de subsistência. Conforme indicam estudos, os efeitos do PGRM sobre o crescimento da economia e do emprego, sobretudo para os setores de bens de consumo popular seriam altamente estimulantes. Para financiar a renda mínima como um direito à cidadania poderemos instituir um Fundo Brasil de Cidadania. Assim como o Alasca criou um fundo baseado em sua principal riqueza natural, o petróleo, poderíamos criar um fundo que se baseasse em toda a riqueza gerada no País. Para chegarmos ao Século XXI como exemplo de equidade, a garantia de renda mínima deve ser vista como imperativa."

Justificativas suplementares e relevantes:
Ø Como podemos ver a preocupação com o acesso a renda é de longa data e vai além, são idéias eloquentemente defendida pelos países capitalistas mais ricos do mundo. O Brasil já pratica a transferência de renda direta, porém de forma tímida e pouco eficaz. O Bolsa Família não pode ser defendido como a solução para a pobreza, pois sua capacidade de promoção social é ínfima. Precisamos de algo mais sólido e a economia de hoje está mais preparada para garantir os efeitos do Programa de Renda Mínima Garantida;

Ø O PGRM dá empoderamento ao cidadão, promove o acesso livre aos bens de consumo e promove a qualidade na oferta de serviços públicos, de maneira que passam a concorrer com os serviços privados. Um bom exemplo é a saúde, com mais renda, o cidadão é livre em escolher fazer um plano de saúde particular, desafogando o serviço público que passaria a garantir melhores atendimentos em Centros de Excelências, para tratamento de doenças de alta complexidade;

Ø Da mesma forma a Educação, com mais renda o cidadão poderá ter a livre escolha em se especializar em redes privadas, forçando os estados e municípios a melhorarem seus serviços educacionais como forma de garantirem seus repasses fiscais. A Universidade Pública e para Todos, poderá ter mais excelência e capacidade de absorção, sem necessidade de cotas seja de qual natureza forem;

Ø O PGRM promove uma redistribuição de renda real e justa e a queda gradual das desigualdades sociais e regionais;

Ø O turismo interno crescerá, pois pela primeira vez o acesso a ele será universalizado;

Ø A economia se tornará mais pujante, principalmente os bens de consumo básicos, ditos populares;

Ø O sistema político brasileiro passará por grandes revoluções e o assistencialismo não mais valerá de moeda de troca, prevalecendo assim políticas sociais de acessibilidade e transformação de fato;

Ø Por fim a renda será definitivamente um meio de acesso e não um fim em si mesmo, o que acaba sendo geradora de atitudes e de sistemas perversos e corruptos compensadores da má distribuição de renda e desigualdades.

Sendo assim fica a máxima:

“È mais barato incluir do que excluir, do contrário resta
o extermínio e a ignorância”
Alex Campos de Souza, Sociólogo Ms.
Conheçam o Projeto de Lei:
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Unknown

O que é um nano-conto?

Uma ejaculação precoce do pensamento, com poder sintético total.
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Unknown

O que é um microconto?

Uma história com início, meio e fim, não necessariamente nessa ordem, com o menor número de toques. Mas que seja tocante de alguma forma. Xi, acho que me estendi demais, vai acabar virando um conto, essa minha definição. Até mais!

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Unknown

Microconto do dia

O Primeiro Ultra-Som Ninguém Esquece
Era seu primeiro ultra-som na vida. A ansiedade tomava conta do ambiente.
– Miede diez milímetros, veja! – diz o médico em portunhol arrastado.
– Dez? Meu Pai! Sai na urina? – questiona o “impaciente”.
– Tienes filho? – pergunta o médico.
Silêncio na sala...
– Tienes filho? – insiste o doutor.
– Hã? ... sim, sim, tenho. – finalmente responde o combalido.
– Pos sentirás la misma dolor do parto de su esposa! – Decreta a entidade de branco.
– São 50 reais senhor... – cobra a secretária da entidade, que recebe prontamente, sob o olhar atônito, do infeliz portador de pedra nos rins. (Alex Campos)
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Unknown

Via Láctea pode conter 'centenas de planetas' propícios à vida

Para astrônomos, planetas semelhantes à Terra são mais comuns do que se pensa.
Da BBC
Planetas rochosos e provavelmente com condições adequadas para o surgimento de vida são mais comuns em nossa galáxia do que se crê atualmente, afirmaram pesquisadores americanos durante um congresso científico nos Estados Unidos.
O astrônomo Michael Meyer, professor associado da Universidade do Arizona, afirmou que entre 20% e 60% das estrelas semelhantes ao Sol na Via Láctea têm em sua órbita planetas com estruturas rochosas semelhantes à da Terra. "Nossas observações encontraram evidência de formação de planetas rochosos, não diferentes dos processos que levaram ao planeta Terra", ele afirmou no encontro da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês), que se realiza até esta segunda-feira em Boston, Massachussetts.

Meyer citou um estudo de sua autoria publicado na edição de fevereiro da revista científica The Astrophysics Journal com conclusões baseadas em observações dos telescópios Hubble e Spitzer.
Nelas, os investigadores detectaram discos de poeira cósmica em torno de estrelas, supostamente resultantes de grandes rochas que se chocaram entre si antes de formar planetas.
"Nossa antiga visão de que o sistema solar tem nove planetas será suplantada por uma de que existem centenas, se não milhares de planetas no nosso sistema solar", afirmou Meyer à BBC.
Condições Em sua intervenção no evento, a pesquisadora Débora Fischer, da San Francisco State University, disse que é mais provável encontrar vida extraterrestre em planetas de determinada massa e a certa distância de uma estrela. Dadas essas condições, ela afirmou, é possível que um planeta possa suportar vida a partir de carbono - ou seja, orgânica -, pois o clima "não será muito quente nem frio, e poderia haver acúmulo de água".
Já o pesquisador da agência espacial americana (Nasa) Alan Stern ressalvou que vasculhar o espaço em busca de vida em outros planetas é como "procurar uma agulha em um palheiro".
"É como se quiséssemos explorar a América do Norte estando na costa leste e conhecendo apenas os cem quilômetros iniciais", ele afirmou. "Não sabemos realmente o que vamos encontrar."
Os pesquisadores concordaram que a nova geração de telescópios, que serão empregados em missões espaciais futuras, trará mais informações para aumentar o conhecimento da humanidade sobre o sistema planetário.

Opinamundos
Parece que a cada dia mais percebemos que não estamos sós. Basta saber se nestes planetas habitáveis existem raças evoluídas, como costumam acreditar, várias linhas científicas e pseudo-científicas.

Sabemos que nosso planeta sobrevive como terra viva que germina e mantêm toda raça/espécie que a ela se submete, respeitando seu equilíbrio natural. Raças que ousam quebrar esta lei universal são aniquiladas mais cedo ou mais tarde. Pensando em probabilidades e na evolução da espécie, certamente é verdade que exista uma infinidade de planetas férteis havidos por espécies sadias, equilibradas na perfeição de ser o essencial, em ser pelo ser, em ser na pureza dos sentimentos, em ser pela nobreza de simplesmente amar existir e usufruir o melhor dessa existência seja ela eterna ou não.
E pensando ainda em probabilidades e em leis universais, o recomeço está breve para o nosso planeta, visto que somos há muito, raça caída. Acredito que tomaremos conhecimento de provas cabais que não estamos sós, mas nunca teremos a oportunidade de conviver com estas tais raças evoluídas, enquanto não evoluídos formos. E para assim o sermos, basta a harmonização do ser em detrimento do apenas ter, do parecer ser, e o pior, do se perfazer às custas do extermínio, exploração e humilhação alheia. Temos salvação? (Alex Campos)
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Microconto: Reflexo

Reflexo

- Eu vi! Você não viu?
- Não! Era pra ver?
- Claro! Está na sua cara! Não está vendo?
- Não! Que chato você!
- Meu senhor, não posso crer que não vê. Está sob suas barbas!
- Caramba! Como pode? Nunca tinha visto isso em mim. Sempre estive cego, só pode ser.
- Que cara de pau você, heim! – Exclama o nobre deputado para si, no espelho do banheiro da Câmara Federal.

(Alex Campos)

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Microconto: Misterioso Universo Feminino

Misterioso Universo Feminino
Sexo frágil? Uma flor delicada que nos faz de gato e sapato? Homem-cavalo que pisa na rosinha, coitadinha? Sempre tão bonitinha, cheirosinha, lindinha e espertinha... Tudo tem que ser na horinha, perfeito e nunca sem jeito. Sexo frágil? Sim, por que não? Trabalha fora é mãe, mulher e amante sempre a disposição, às vezes não. Mulher é bicho complexo, sem manual de instruções, nos encanta e nos enfurece em segundos. Dar valor ou não dar valor nenhum? Acarinhar ou ser grosso? Ser aquilo ou ser isso? Esqueça... Elas são auto-suficientes, ou pelo menos, fazem um grande esforço para transparecerem fortes, mas no fundo são frágeis. Acho que isso nunca será revelado, posto que misterioso é, esse complexo universo feminino.
(Alex Campos)
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Gerando meus primeiros frutos literários









Caros amigos,
Tenho o prazer de informar que o site Opinamundos está gerando seus primeiros frutos literários. Até o fim deste mês será publicado um livro chamado Entrelinhas - Antologia de Contos e Microcontos, pela editora Andross, nesta edição consta um obra minha. Estou feliz, e gostaria de compartilhar essa alegria com vocês.
Interessados na compra do livro, favor entrar em contato: camposouza@gmail.com. Ok?
Grande abraço a Todos!
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Caso Isabella: O bem há de vencer o mal


Quando pensávamos que o caso João Hélio, seria o fim da violência contra criança e o início da mudança no código penal brasileiro, mais uma monstruosidade iria abalar o país. Desta vez a vítima e seus algozes não eram de classes sociais oposta, não eram estranhos e, portanto indiferentes. Muito pior, a maldade e a perversidade dormiam juntas com uma vida inocente. Como entender a felicidade, um amor, uma vida ser literalmente jogada pela janela?

Mais um crime, uma barbaridade de classe média, onde teoricamente as pessoas são educadas, sensatas, saudáveis, harmônicas, enfim acima de qualquer suspeita. Será? Tão cruéis como os crimes de periferia, os crimes de classe média possuem um agravante incomensurável, pois não possuem causa aparente somente loucura ou vazio n'alma. Que carência habitava aquele suposto lar? Nada material certamente, porém talvez graves desvios de caráter, começando pela super proteção dos pais de Alexandre e Carolina Jatobá, que parecem se importar mais com suas possíveis condenações do que com a morte da própria neta/enteada. Uma frieza que gela qualquer espinha sã.

A mesma super proteção sem limites, vista em inúmeros crimes de classe média, aonde quase sempre vimos jovens com cara de santo ou frios mesmo, com "papaizinho" do lado, envolvidos em crimes brutais contra índios, empregada doméstica, garota de programa, homossexuais, mendigos, animais, velhos e crianças. Enfim vidas frágeis e indefesas. Quantos traumas potencializados por um vazio incomum que capacita pessoas aparentemente normais a cometerem atos insanos sem temer as conseqüências. Certeza da impunidade? Dificuldade em administrar conflitos? Dificuldade de ouvir o não? Medo do real? Falta de autocontrole?

Sim, tudo isso e muito mais, pois veremos ao final desse pesadelo que a motivação de toda essa tragédia é o nada, o destemperamento, a banalidade, o ciúme do irreal e o descontrole passional. Parafraseando Arnaldo Jabor em um de seus artigos sobre o caso, ele diz que a tragédia não é só das vítimas, mas nós também sofremos para entender o mal incompreensível. Cresce aos poucos uma pele de rinoceronte em nossa alma; com o coração mais duro, ficamos mais cínicos, mais passivos diante da crueldade. Como escreveu Oswaldo Giacoia Jr: "O insuportável não é só a dor, mas a falta de sentido da dor, mais ainda, a dor da falta de sentido".

Assim ele continua sua argumentação:

"Como entender que um pai e uma madrasta possam ter ferido, estrangulado e atirado uma menininha de 5 anos pela janela? Como entender a cara sólida e cínica que eles ostentam para fingir inocência? Como não demonstram sentimento de culpa algum? Ninguém berra? Ninguém chora?

Como podem querer viver depois disso? Como essa família toda - pais, mães, irmãos - se une na ocultação de um crime? Como o avô pôde dizer com a maior cara-de-pau que, "se meu filho fosse culpado, eu o denunciaria"? Que quer esta gente? Preservar o bom nome da família? Mas, são parentes ou cúmplices?

Como podem os advogados de defesa posar de gravata, terninho e cara limpa, falando de uma "terceira pessoa"? Sei que eles responderiam: "todos tem direito de defesa...", mas como é que eles têm estômago?

A polícia deu um show de bola pericial no caso Isabella, mas dá para sentir que nossa estrutura penal está muito defasada, com este espantoso crescimento da barbárie. Como se pode tolerar que um sujeito que foi condenado na semana passada somente a 13 anos por ter esquartejado a namorada, alegando "legítima defesa", possa ficar em liberdade "até esgotar todos os recursos que a lei prevê" - como disse o STJ?

Como entender que aquele jornalista Pimenta Neves, que premeditou o assassinato da namorada com dois tiros pelas costas e na cabeça, condenado já há seis anos, esteja em liberdade ainda, na boa? E aquele garoto que matou pai e mãe nos Jardins de São Paulo e a família rica conseguiu esconder tudo?

As leis de execução penal têm de ser aceleradas, as punições têm de ser mais temíveis, mais violentas, mais rápidas. Há um crescimento da crueldade acima de qualquer codificação jurídica. Essa lentidão, esse arcaísmo da Justiça é visível não só nos chamados "crimes de classe média", como também na barbárie que galopa nas periferias.

O Elias Maluco - lembram, aquele que matou o Tim Lopes com golpes de espada? - estava em "liberdade condicional", pois a lei concede isso ao "cidadão". Que cidadão? O conceito de cidadania tem de ser revisto.

Cidadania é merecimento. Surgiu na miséria do país uma raça de subumanos, sub-bichos que todos os dias degolam, esquartejam, botam no "microondas", e são "cidadãos" - "tão ligados?" Qual será o nome dessa coisa informe que a miséria está gerando?

E´ uma mistura de lixo e sangue, uma nova língua de grunhidos, mais além da maldade, uma pura explosão de vingança. Não se trata mais de uma perversão do "humano", mas de uma perversão do "animal" em nós. "Ah... a lei é igual para todos...", dizem os juristas de terno brilhante e bochechas contentes. Sim, tudo bem. Mas há novas formas de crime que têm de ser estudadas e antigos direitos e penas têm de ser revistos.

Os pensadores da Justiça continuam a tratar os crimes como "desvios da norma", praticado por cidadãos iguais. Tem de acabar o tempo dos casuísmos, das leniências, das chicanas. Vivemos trancados num racionalismo impotente diante desse bucho indomável da miséria, do "alien" que se forma como um monstro boçal nas ruas e periferias. Com o congestionamento de fatos tragicamente insolúveis, no beco sem saída da sociedade, vejo se formar um desejo crescente pelo horror, pela crueldade, quase que uma fome de catástrofe.

Não falo dos analfabetos desvalidos e loucos, mas os assassinos de classe média já têm o prazer perverso de fazer o inominável. E esse casal de pedra, esses monstros? Será que vão se defender em liberdade, esgotando "todos os recursos da lei", como o esquartejador com "justa causa" ou o assassino daquela menina morta pelas costas, livre e solto? Serão condenados a dez aninhos com atenuantes e macetes?

Que acontecerá com eles, depois de estrangularem e jogarem a filha pela janela? A lei tem de ser mais temida, mas rápida, mais cruel. Esse vazio da Justiça explica o sucesso de filmes como "Tropa de Elite" e até fantasias de linchamento em todos nós. Vejam as portas da cadeia onde estavam os dois assassinos.

E, por fim, por que tantos crimes contra as crianças? O caso do João Hélio, crianças decapitadas na Febem, criança jogada em lagoa em Minas Gerais, crianças no lixão, aquela psicopata em Goiás, que contratava meninas pobres para torturar, e mais: pedofilia, espancamentos, tudo... As crianças são fontes inconscientes de terror, de Herodes a Édipo e Moisés.

O rei Agamenon matou sua filha Ifigênia para ter tempo bom em uma guerra. Que dizem os antropólogos dos rituais de matança de inocentes, como foi em nossa terra, Pedra Bonita, que ficou vermelha do sangue?

Em sociedades primitivas, o sacrifício de animais e o sangue de inocentes servem para afastar doença, prever o futuro, saciando o ódio dos deuses. Será que matam nessas crianças de hoje o horror a um futuro que não há mais?

Lamentamos uma harmonia ainda insistente e almejamos que ela seja alcançada. É tão inútil usar as palavras racionalmente, diante da brutalidade deste "outro país" do crime e da miséria, que caio em desânimo: que adianta ficar os últimos 17 anos escrevendo em nome da "razão"? E perguntamos, horrorizados: "Por que eles fizeram aquilo?" Resposta: "Por nada..." (JABOR, ARNALDO - Caso Isabella: a dor da falta de sentido - Colunista - opinião@otempo.com.br - 21/04/2008)

Para terminar um detalhe me chamou bastante atenção pela ironia nada feliz dos fatos. O pai no dia do crime vestia uma camisa com um símbolo peculiar nas costas. Um símbolo muito utilizado pela Nova Era (New Age), embora seja milenar O símbolo era do yin yang, que segundo a filosofia chinesa, além de outros significados é a representação do bem e do mal, sendo o princípio da dualidade, onde o bem não vive sem o mal e vice e versa. Infelizmente o que menos existiu naquela fatídica noite foi o equilíbrio entre o yin e o yang, tudo foi escuridão, maldade e frieza (yin) por parte daqueles que deveriam ser luz, acolhimento e bondade (yang). Tudo aquilo que representava a doce, pura, feliz, amável e bela menininha Isabella, um anjo que o Brasil aprendeu a amar em meio a dor, sofrimento e perplexidade.

Por fim um recado aos pais, madrastas ou padrastos, nossos filhos são os bens mais preciosos que se quer podemos avaliar. Portanto sejamos luz, acolhimento, ensinamento e bondade para com os nossos filhos, pois certamente eles nos retribuirão com um gesto singelo que comove qualquer coração verdadeiramente humano, um lindo e sincero sorriso de gratidão, como o da estrelinha Isabella.

Deus conforte o coração de todos,
principalmente o de sua mãe Carolina Oliveira.

Alex Campos de Souza, Sociólogo.

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"Se gritar pega, ladrão"... Viva os Índios Goytacazes!


Gravações entregam mais esquemas de corrupção (Fonte: O Diário NF)


O Diário reproduz hoje, com exclusividade, mais uma conversa gravada pela Polícia Federal, com autorização da Justiça Federal, que mostra os bastidores da corrupção na Prefeitura de Campos. Dessa vez, o vereador Dante Lucas (PDT) conversa com o ex-procurador do município, Alex Campos sobre a Secretaria de Educação, que o vereador acha que pode prejudicar o prefeito afastado Alexandre Mocaiber (PSB). Alex Campos - que continua preso na Operação Telhado de Vidro -, chega a dizer que o prefeito é um “ banana” e que não vai tomar providência nenhuma. Dante Lucas diz ainda que duas pessoas da Secretaria Municipal de Educação têm documentos contra Quintanilha.A conversa aconteceu no dia seis de fevereiro, às 20 horas. Reprodução de conversas por telefone
Dante: Eu preciso conversar com você sobre um pepino que tá acontecendo aí. Tão tentando sacanear uma pessoa aí, entendeu? E isso vai dar problema pra nós. Eu preciso conversar com você pra você poder entrar nesse circuito aí pra dar um conselho a esse pessoal da educação aí. Porque senão eles vão entornar o caldo em Alexandre aí.

Alex: Esse povo da educação é muito vagabundo, viu?
Dante: Não, eu sei que são. Só que eles estão complicando a vida de Alexandre. E isso eles não têm o direito de fazer. Eles se complicar é uma coisa, entendeu? A outra é eles complicarem a vida de Alexandre. (...)

Alex: O negócio deles você sabe o que é. Entendeu? Eu não vou...
Dante: É. Então eu vou só falar por código que você já entender, entendeu? Teve uma coisa de lá que tentaram empurrar pra uma pessoa, e dizendo que foi o prefeito.
Alex: Hum.

Dante: E, aí esse...essa pessoa ligada a mim perguntou ao prefeito. O prefeito falou assim: “Não, é mentira. Não tem nada disso. É mentira” “Então posso disputar?” “Pode”. O cara foi lá e ganhou. Agora tão travando tudo do cara lá dentro pra forçar a barra pro cara entregar pro outro.
Alex: Hum. Então, olha só.

Dante: Tá?
Alex: Isso aí a gente vê acontecendo...em 11 em cada 10 casos é... Não é m...não é falsidade não. Entendeu assim, em 11 em cada 10. Não é 10 em cada 10 não. Em 11 em cada dez eles vão lá e falam: “O prefeito mandou você fazer desse e desse e desse. Coisas que o prefeito nem sabe o que que é, entendeu?
Dante: Não, eu tenho certeza disso porque já foi conversado com o prefeito. Só que...
Alex: Só que o prefeito é um ba...olha só, só que o prefeito é um banana. Entendeu?
Dante: Eu sei.
Alex: Não toma providência nenhuma.
Dante: Então mas o que... Por isso que eu quero conversar com você mas eu vou conversar com ele também. Eu queria conversar com ele e com você junto. Porque ele vai ter problema. Por que que vai ter problema? Eu fui lá na secretária, junto com a pessoa, conversei com ela. Ela falou que: “não pode tá tudo certinho. Pode deixar...é que eu não sabia que tava aqui, já tô liberando.” Aí depois uma pessoa lá de dentro falou: “Doutor...” me chamou lá dentro, me deu um estouro e que é pra ficar engavetado mesmo. Pessoa ligou e falou. Então, sabe o que aconteceu, o cara já chamou aquele amigo nosso lá. E já conversou, e já documentou até o negócio do Quinta lá. E já passou pra mão do homem. Que ele tá puto com o cara. Só que ele só falou que só vai fazer alguma coisa depois de conversar com o prefeito. Porque ele não quer prejudicar o prefeito. Certo?
Alex: Aí o negócio é o seguinte o prefeito, aqui, não é por nada não o prefeito é um banana, não vai tomar atitude nenhuma...
Dante: É mas só que eu vou avisar ele...
Alex: Aqui...olha só o Dante... (...)
Alex: Nisso aí, não é que eu não quero, eu não tenho como ajudar (...)

Dante: Não eu sei. Mas eu quero, você sabe o que acontece?
Alex: Eu vou...eu vou fazer o que você pedir pra eu fazer. Pode ficar tranquilo que eu vou fazer. Eu já entendi tudo...
Dante: Porque...você tá entendendo? O que que vai acontecer?
Alex: Na segunda-feira, na segunda-feira é só me falar assim : Alex eu quero que você faça isso, isso e isso. E eu vou fazer. O que você falar...
Dante: Porque o que vai acontecer é o seguinte rapaz. Se eles forçarem essa barra aí. O cara já entregou as coisas pro homem. O homem vai complicar. Tem dois juízes ligados nisso, amigo dele. Já estiveram lá na casa dele pra conversar com ele. Os caras estão com uma sede desgraçada daquele camarada que eu falei aqui. (...) Só que Alexandre vai junto pô.
Alex: É, olha só. Tomara é que a estrela desse povo brilhe, entendeu. Eles tenham consciência de fazer a coisa que precisa ser feita do jeito certo, entendeu. Sem sacanagem. Tomara. Sabe? Eu não acredito. Mas né, tudo é possível. Então é o seguinte na segunda você vai me falar: “Quero que faça isso, isso, isso. Eu vou fazer, entendeu? Mas já estou te deixando assim confortável o suficiente pra que saiba que não vai acontecer. Se acontecer...
Dante: (...) Eu quero falar pra ele e quero falar com você junto. Aí o que vai acontecer ele não vai tomar providência. Eu vou dizer a ele: “Aqui oh, você tem 72 horas pra tomar providência, você tem 48 horas pra tomar providência. “ Aí ele não vai tomar providência. Eu sei que ele não vai tomar providência, certo?
Alex: Mas pelo menos você já livrou sua cara.
Dante: Eu já avisei. Eu tirei o meu da reta. Aí a (...) vai entrar, vai ter (...) pesada, porque os dois tão com sede. Não é nele, mas ele vai entrar, vai entrar pesado. Entendeu, os caras estão com muita coisa pra arrebentar, inclusive você sabe. Pô eu tô segurando, eu tô pedindo os caras, tô segurando, tô conversando com eles já, várias vezes tenho conversado com os caras. Porra.
Alex: Essa moça aí tem uma tendência auto destrutiva, entendeu. Uma ganância sem limite. O negócio que tá...
Dante: Eu sei, mas ela vai pro inferno lá pô, mas me aporrinhar, aporrinhar a gente. E (...) nas coisas direitas. O cara disputou rapaz. Aí tá lá as porcarias fechadas lá. A mulher não quer abrir, tá mais de um mês, não quer abrir. Porque, entendeu, quer que o cara saia. E ele não vai sair. Vai sim, se o prefeito falar com que não, eu dei e vou sair. Só que o prefeito disse que não tem nada com isso. Que não fez nada. Não existe nada disso. Não, eu vou dar o recado. Eu primeiro eu vou dar o recado pro prefeito. E vou dar o recado a ela depois. Eu vou dar o recado a ela. E a partir daí vou tirar o meu da reta.(...) Oh, tô fora porque o bicho vai pegar vai pegar. Agora vai pegar pra você. Vai pegar pesado porque aí é negócio pesado. Vou dizer e é bom você como advogado dele, como procurador, você vai d...esclarecer claramente pra ele: “Aqui, vai dar problema pra você. Pesado.”
Alex: Quantas vezes você acha que eu já falei. Dante: E se precisar eu boto os caras pra falar com ele o que vai acontecer. Porque...parece que os caras pô. Eu nunca vi disso rapaz. Você brincar com o rabo dos outros rapaz.
Alex: Oh Dante, aí é que tá. O cara gosta disso. Eu já disse isso pra ele. (...) Pessoa que tá lá todo dia, o único objetivo da pessoa lá é se dar bem, entendeu. Não faz nada pró, pra ajudar. Aí eu disse um negócio assim: “Porque você não pega sua mulher e põe num negócio grande. Ela é professora, entendeu, tem tudo a ver com a área. Ela é professora. Porque, assim, era aquela hora “eu tô mexendo”, “eu vou te colocar aqui na gerência.” Entendeu? “Vou te tomar a caneta na moral, certo? Vou colocar minha mulher aqui, não vou colocar outro, porque minha mulher é...da área.” (...)

Opinamundos

"Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão...". Parece que essa música vai tocar e muito na baixada Goitacá. Em quase uma década estudando e vivendo nesta cidade maravilhosa, sem ironias, pois tenho um filho amado lá, graças a Deus e minha avó paterna também era campista, nunca vi nada igual e tão sujo na política local das cidades em que vivi.

Enfim tirando o povo campista de bem, a classe dominante dessa cidade não merece o Poder que tem, pois é um rio de dinheiro que poderia transformar Campos numa Campinas fluminense. A implantação da UENF e demais campus universitários particulares, mudaram a cara da cidade e sua puljância seria garantida com os famosos Royalties do Petróleo.

Porém com a mesma força que a cidade se modificava com a vida universitária, o mesmo se arrastava na melhoria das condições de vida de sua população e dessa forma vi o sistema viário de Campos falir por falta de investimentos; Vivi um grave problema de abastecimento de água, fruto de um desastre ambiental anunciado por falta de um planejamento regional responsável; Vi o crescimento de favelas as margens da BR 101, onde crianças brincam, ainda hoje, no asfalto como se este fosse o quintal de suas “casas”; Vi a cobrança da famigerada “Consulta Social” em pleno SUS, jeitinho campista de ganhar um extra em cima do pobre contribuinte que tem pelo SUS total cobertura, pelo menos essa é a intenção; Vi obras faraônicas com preços mais faraônicos ainda e resultados pífios em termos de qualidade; Empreendimentos de luxo implantando em Campos, ilhas isoladas de prosperidade, muitas vezes vizinhos de muro de favelas abandonadas pelos serviços públicos básicos; Até ponte eu vi cair em Campos...

Vi desigualdades, descaso, inoperância, negligência e muita maldade, sim terror é a palavra que mais se encaixa, pois como entender tanto dinheiro público alimentando tanta corrupção a olhos vistos em detrimento a tanto descaso exposto em carne viva para todo mundo ver. Conivência com os donos do Poder Campista? Quero acreditar que, NÃO! Talvez seja mesmo a falta de opção e o estado de dormência e alienação, fruto de uma herança cultural de subserviência que domina a planície Goitacá desde muito antes à Lei Áurea, que parece não estar promulgada totalmente em Campos.

Viva os Índios Goytacazes, que apesar de massacrados foram os únicos que verdadeiramente não dobraram os joelhos perante o Poder corrupto constituído.

Alex de Souza, Sociólogo.

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Não basta ser rico. É preciso saber ser feliz!

Britânico que ganhou na loteria volta a trabalhar por "saudade"
(Fonte: Terra)

Luke Pittard, um britânico que ganhou 1,3 milhão de libras (US$ 2,6 milhões) na Loteria Nacional do Reino Unido, voltou a trabalhar em um McDonald's porque sentia saudades de seus colegas.

Pittard, 25 anos, trabalhava como garçom com sua namorada Emma Cox, 29, em um restaurante da famosa cadeia de fast-food em Cardiff (Gales) em julho de 2006, quando a fortuna bateu a sua porta com o prêmio. O casal de novos milionários pendurou então seus uniformes do McDonald's e se aposentou para desfrutar a vida com sua filha Chloe, 3 anos. Luke e Emma compraram uma casa por 230.000 libras (US$ 460 mil), fizeram um casamento em grande estilo e passaram férias luxuosas nas Ilhas Canárias (Espanha). No entanto, a novidade de vida de milionário desapareceu vinte e um meses depois, e Luke decidiu voltar ao McDonald's porque sentiu saudade de seus companheiros, informou hoje a cadeia pública BBC.

O peculiar "filho pródigo", que cobra 5,85 libras por hora (US$ 11,7) no restaurante, encontrou no estabelecimento tantos "rostos conhecidos" que foi como ver "um grupo de velhos amigos". Luke comentou que seus colegas acham que ele está "um pouco louco", embora ele pense que ainda é muito jovem e que "um pouco de trabalho duro não faria mal a ninguém". Emma apóia sem restrição seu marido: "Entendo perfeitamente". Ambos desfrutamos trabalhando no McDonald's e ainda temos bons amigos ali", comentou a mulher.

Além disso, a chefe do milionário, Katherine Jones, está encantada com seu retorno: "Me alegra que tenha tido tempo de desfrutar o prêmio, mas me encanta tê-lo aqui. É como se nunca tivesse ido". Emma também concluiu em adiar sua lua-de-mel até o fim da temporada do time de futebol no qual seu marido joga de goleiro em seus momentos livres. "Devo ser o homem mais sortudo do mundo. Não só ganhei uma fortuna, mas minha esposa entende a importância do futebol e agora recuperei meu antigo trabalho."

Opinamundos:

Extravagância? Excentricidade? Hipocrisia? Ou mera busca da felicidade?

Dinheiro sempre é bem vindo em qualquer situação, principalmente vivendo numa sociedade de valores invertidos, onde o ter embriaga e ofusca o ser. O caso acima demonstra que a felicidade e o bem estar vai além da fortuna que se tem na mão. Ter saúde, família, trabalho, enfim um sonho é ter uma boa qualidade de vida, porém ser feliz vai além do aumento de acessos e potencialidades que o dinheiro pode trazer.

Está no olhar e na percepção que temos da vida, considerando que a alegria pode estar no simples, no banal e até mesmo no inacreditável de besta: na comida caseira; no passeio com seu cão; no convívio com os amigos do trabalho; em ir ao cinema; em ler um livro; em jogar uma pelada de fim de semana; em estar sempre enamorado, pela mesma mulher, por que não?; em brincar com seu filho; ou mesmo em ouvir uma música que todos acham brega; em assistir o programa do Silvio Santos no domingo, ou coisa parecida; em ficar em casa atoa; em ficar horas a fio na net, procurando alguma diversão ou vídeo maluco; e porque não, ter 1,3 milhão de libras na conta e fazer questão de sentir-se útil e feliz trabalhando no McDonald's por 5,85 libras a hora.

O importante é ser feliz com ou sem dinheiro, mas confesso que dinheiro não traz felicidade, manda buscar e melhor, com a embalagem que mais agrada o seu olhar. Por isso cuide do seu olhar, pois a fortuna pode bater a sua porta e não lhe trazer a tão sonhada e almejada felicidade que um dia sonhastes muitas vezes passando por cima de sentimentos alheios. Portanto rico ou pobre seja você mesmo em sua melhor essência. Pensemos nisto!

Alex de Souza
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