

Pedro, vamos fazer o curso "Golpe de 2016"? - É uma cilada, Bino!!
O PT pede fora todo mundo desde de sua fundação. Em 1992 o congresso o ouviu, não apenas ao PT, mas a esmagadora maioiria da população, resultado: Collor caiu. Golpe??? Não!! Impeachment previsto em Constituição.
2016 não foi muito diferente, a não ser pela ausência do PT e seus grupos satélites do #ForaPresidentedaVez.
E para não ser diferente só foi Dilma sair, que logo a plaquinha #ForaTemerfoi levantada. Assim como seria levantada se Aécio ou mesmo Marina tivesse ganho em 2014.
Recentemente Lula admitiu, de forma controversa, que Temer também sofreu uma tentativa de golpe (https://www1.folha.uol.com.br/…/ate-lula-reconhece-que-houv…). Controverso porém conveniente quando reforça sua tese de mídia golpista.
Enfim, será que nesse curso haverá a diferenciação entre protestos democráticos e movimentos golpistas? E essa mania do PT em pedir #ForaTudoqueNãoéPT? É exercício do espírito democrático ou "golpismo popular"?
É como afirmo: isso não é ciência, é panfletagem, é cilada Bino!!
O “Método Graham” para bons debates na internet e na vida
Por Leandro Domiciano
Paul Graham é um ensaísta, cientista da computação e investidor britânico. Além de estar envolvido com o sucesso de várias empresas de tecnologia do Vale do Silício e de ter feito contribuições teóricas importantes para a ciência da computação, também é conhecido por um ensaio publicado em 2008 onde define sua “hierarquia da discordância”, um guia simples para analisar e melhorar argumentos em discussões.
Sua maior motivação, como já seria de se esperar, foi o baixo nível dos debates na internet. Para Graham, a grande facilidade de interação virtual e o sentimento de proteção proporcionado pelo distanciamento físico entre as partes fez com que as pessoas passassem a dizer coisas que dificilmente diriam em outros contextos. Há uma grande motivação para evitar respostas como “você é um idiota” ou “o que você disse é um completo absurdo” em discussões presenciais, dado o mal estar e a possibilidade de prejuízos imediatos que isso geraria. Não queremos perder amigos na roda de conversa, desapontar colegas no trabalho nem ter problemas com parentes na mesa do jantar. Na internet, contudo, esse cuidado não costuma ser tomado. Geralmente conversamos com estranhos e não temos medo de ironizá-los, xingá-los e ofendê-los.

Há duas consequências ruins provenientes dessa forma irresponsável de expor discordâncias. A primeira, e mais óbvia, é o empobrecimento intelectual das discussões, pois os conceitos e ideias expostos raramente chegam a ser ponderados com racionalidade. A segunda é que a transformação dos debates em “zonas de guerra” espalha intolerância, mesquinhez e maldade para um número cada vez maior de pessoas, contribuindo para torná-las mais infelizes.
A “pirâmide” da discordância
A hierarquia da discordância de Graham consiste em uma forma de classificação de críticas a argumentos em sete níveis, do mais baixo e irracional ao mais alto e consistente. É importante destacar que todos os exemplos utilizados são apenas ilustrativos. Não faz parte do escopo deste artigo atacar ou defender qualquer posicionamento sobre os assuntos citados, mesmo que as referências mencionadas nos exemplos sejam reais.
Nível 0: Xingamento
É o ato mais baixo de desrespeito em uma discussão. Pode variar das formas mais rústicas, como…
“Você é um idiota!”
“Cale a boca, petralha!”
“Isso é coisa de coxinha.”
“Você é uma bicha!”
…até formas pretensamente mais sofisticadas como
“Esse autor é excessivamente pedante.”
“Você é um replicador de desinformação.”
O vocabulário não importa, pois em todos os casos deixou-se de lado o mérito dos argumentos apresentados e passaram a ser criticadas as características ou comportamentos pessoais do autor.
Nível 1: Ad hominem
Consiste em desviar o foco da proposição para o autor, sem xingamento mas colocando em dúvida sua isenção ou credibilidade ao opinar sobre o tema. Podemos citar como exemplos:
“A Revista Veja disse que as cotas são um problema, mas ela está errada pois sempre defendeu a direita.”
“A Carta Capital defende os esquerdistas, então não merece atenção quando diz que as cotas são uma boa medida contra o racismo.”
“É claro que o deputado defende o aumento de salário para parlamentares, pois ele será diretamente beneficiado.”
“O aquecimento global é uma farsa, pois os climatologistas estão sendo financiados por ONGs contrárias ao progresso.”
“O aquecimento global é real, pois todos os cientistas que discordam estão sendo financiados por empresas do ramo de combustíveis fósseis.”
É importante notar que a utilização do ad hominem não implica na correção ou incorreção da ideia da proposição original. O ponto em questão pode ser realmente falso, mas atacá-lo com esse nível de discordância não demonstra o erro e nem serve para refutá-lo.
Nível 2: Resposta ao tom
Nesse nível, o autor é poupado das críticas, mas ao invés de se dirigirem às ideias, mas elas passam a se dirigir ao texto. Engloba desde críticas ortográficas até ataques ao estilo de escrita ou fala.
“Não posso concordar com algo dito de forma tão arrogante.”
“Essa ideia é péssima, veja como o o texto é prolixo e empolado.”
“Parei de ler na palavra ‘impítiman’. Vá aprender a escrever!”
“Ela escreveu ‘garot@s’, com essa novilíngua pós-moderna já sei que vai falar besteira!“
Essa forma de discordância também é desonesta pelo fato de nada acrescentar a respeito dos pontos defendidos pelo autor, atacando a forma do discurso e não o seu conteúdo.
Nível 3: Contradição
A partir desse nível, passamos a falar de discordâncias que já não são desonestas e podem ou não ter algum potencial de contribuição positiva ao debate. A mais simplória delas é a contradição, que consiste na mera afirmação de uma ideia contrária à do texto original.
“O autor diz que houve uma ditadura no Brasil, mas todos sabemos que não houve.”
“Aquela cientista diz que o melhor combustível é o etanol, mas na verdade é o hidrogênio.”
“O jornalista disse que o Corinthians é o time mais forte do campeonato, mas o Palmeiras é muito mais forte!”
Mesmo não sendo uma forma desonesta de discordar, a contradição raramente contribui com o debate. Sem apresentar argumentos sólidos, a afirmação apenas se posiciona como alternativa à proposição original, sem rebatê-la.
Nível 4: Contra-argumento
É uma forma de discordância superior às anteriores, e com maior potencial para afetar positivamente a discussão em alguns casos. Consiste em uma forma mais sofisticada de contradição, onde além de confrontar o conteúdo da proposição original, também são apresentados argumentos sólidos e logicamente sustentáveis como embasamento.
“Aquele artesão disse que os tapetes vendidos na Rua 25 de Março vêm da China e são péssimos, feitos em indústrias com condições precárias e sem padrão de qualidade. Mas quando fui à China, conversei com vários artesãos locais e eles me mostraram seu processo, totalmente manual e extremamente cuidadoso, resultando em tapetes de altíssima beleza e qualidade, conforme você pode conferir neste exemplar que eu trouxe de lá na ocasião.”
O problema com esse nível de discordância é que, apesar de apresentar bom embasamento, ele não ataca de fato as afirmações feitas pelo autor original. No exemplo, o contra-argumentador apenas mostra que existem na China artesãos que fabricam bons tapetes, mas nada diz sobre a afirmação original que acusava especificamente os tapetes vendidos na Rua 25 de Março e oriundos de manufaturas industriais.

Nível 5: Refutação
É um nível onde há contribuição real ao debate, e consiste em uma evolução do contra-argumento. Mas agora, atacando um ponto relevante da ideia original e que de fato tenha sido defendido pelo autor.
“Em sua coluna, onde se diz contrário à adoção de crianças por casais gays por violar os preceitos cristãos, o articulista diz em certo ponto que a homossexualidade é um comportamento social exclusivamente humano. Mas ela já foi observada também em diversas espécies de mamíferos e outros vertebrados, e até mesmo em artrópodes, conforme documentado pelos pesquisadores Bruce Bagemihl e Paul Vasey em seus trabalhos, além de outros estudiosos.”
A refutação derruba uma parte relevante da proposição original. O único problema é que o ponto refutado não é central ao argumento defendido pelo autor, de forma que sua refutação não o rebate completamente. No exemplo, o trecho citado sobre a exclusividade humana do comportamento homossexual é rebatido, mas como sua importância era secundária e o ponto central do artigo era a violação dos preceitos cristãos, a refutação não é suficiente para derrubar o raciocínio como um todo.
Nível 6: Refutação do Ponto Central
Esse é o nível máximo de discordância, onde a refutação tem como alvo o ponto central da ideia defendida pelo autor original. Uma vez refutado o ponto central, toda a argumentação precisa ser abandonada ou revista, levando a discussão a níveis cada vez mais altos e gerando aprendizado.
“O ativista defende que os seres humanos devem abolir a carne de sua dieta, pois a anatomia e fisiologia humanas, especialmente nosso padrão de dentição, a composição de nossa flora intestinal e a ausência de garras mostram que somos biologicamente herbívoros. Porém, as evidências mostram o oposto. Estudos sobre a dentição de mamíferos como os conduzidos por Van Valkenburgh em 2007 e o livro de Harvey Pough e outros de 2008 mostraram que a configuração da mandíbula e do maxilar dos seres humanos é coerente com a encontrada em espécies onívoras, apresentando um padrão misto de dentes pontudos, laminares e achatados. Outro estudo de 2008, conduzido por Jeffrey Gordon, mostrou que a diversidade microbiana de nossa flora intestinal é similar a de primatas onívoros como lêmures e bonobos, e significativamente diferente da encontrada em espécies estritamente herbívoras. Sobre as garras, pode-se dizer que não são determinantes do tipo de dieta, já que animais dotados de garras como preguiças, esquilos e iguanas apresentam dieta herbívora e, por outro lado, há primatas carnívoros como o tarsius que não possuem garras. Esse conjunto de evidências independentes nos leva a concluir que as razões apresentadas pelo ativista para justificar sua posição não se sustentam.”
Note que a exposição acima reúne todos os requisitos desejáveis a uma boa refutação. Visa ao conteúdo da ideia original e não ao seu autor, identifica corretamente os argumentos apresentados e foca seus esforços em atacar especificamente os pontos centrais, apresentando evidências sólidas e independentes e apresentando as referências sobre todos os trabalhos citados.

Conclusão
Apesar de ser um guia informal, a pirâmide da discordância é extremamente útil para espectadores e debatedores. Quem está assistindo a um debate pode usar esse critério para separar argumentos bons e ruins, descartando os que não contribuem à discussão e avaliando o mérito dos que possuem maior potencial. Quem está diretamente envolvido no debate também pode usar essa ferramenta para julgar a conveniência de suas próprias críticas antes de fazê-las publicamente. Seguindo esses passos simples, certamente as discussões em que nos envolvermos deixarão de ser um campo de guerra de ideias vazias tentando se impor à revelia de seus méritos, e passarão a ser oportunidades de aprendizado e crescimento intelectual, fazendo-nos aproveitar melhor as notáveis possibilidades de interação trazidas pela tecnologia.
Artigo inspirado no ensaio original “How to disagree“, escrito por Paul Graham em março de 2008.
Extraído do site: https://universoracionalista.org/o-metodo-graham-para-bons-debates-na-internet-e-na-vida/
Opinamundos Serviço - TSE lança E-título como alternativa ao documento impresso
Extraído do site do TSE
http://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2017/Novembro/tse-lanca-e-titulo-como-alternativa-ao-documento-impresso
TSE lança E-título como alternativa
ao documento impresso (Atualizada)
A cerimônia de lançamento será feita pelo ministro Gilmar Mendes, na manhã desta sexta-feira (1) ,
no edifício-sede do Tribunal
no edifício-sede do Tribunal
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, lançará o E-título nesta
sexta-feira (1), às 10h, na sede da Corte Eleitoral. Com a tecnologia, os eleitores poderão acessar
uma via digital do título eleitoral por meio de um aplicativo no seu smartphone ou tablet.
sexta-feira (1), às 10h, na sede da Corte Eleitoral. Com a tecnologia, os eleitores poderão acessar
uma via digital do título eleitoral por meio de um aplicativo no seu smartphone ou tablet.
Para acessar o documento digital, o eleitor deverá baixar o aplicativo do E-título, desenvolvido pela
Justiça Eleitoral e disponível na App Store e no Google Play. Ao inserir no aplicativo o número do
seu título eleitoral, seu nome, o nome da mãe e do pai e a data de nascimento, o E-título será
validado e liberado. Ao ser acessado pela primeira vez, o documento será gravado localmente e
ficará disponível ao eleitor. A novidade foi uma iniciativa do Tribunal Regional Eleitoral do Acre
(TRE-AC).
Justiça Eleitoral e disponível na App Store e no Google Play. Ao inserir no aplicativo o número do
seu título eleitoral, seu nome, o nome da mãe e do pai e a data de nascimento, o E-título será
validado e liberado. Ao ser acessado pela primeira vez, o documento será gravado localmente e
ficará disponível ao eleitor. A novidade foi uma iniciativa do Tribunal Regional Eleitoral do Acre
(TRE-AC).
A versão digital do título de eleitor trará novidades em relação à via tradicional, impressa.
O documento terá a foto do eleitor, informações sobre a quitação eleitoral, dados sobre o seu
cadastramento biométrico e o endereço de seu local de votação, inclusive com um mapa com
geolocalização. Ele também terá um QR Code para a validação na zona eleitoral.
O documento terá a foto do eleitor, informações sobre a quitação eleitoral, dados sobre o seu
cadastramento biométrico e o endereço de seu local de votação, inclusive com um mapa com
geolocalização. Ele também terá um QR Code para a validação na zona eleitoral.
Impactos positivos
Além do aspecto sustentável, surgindo como alternativa à emissão de títulos eleitorais em papel,
o E-título trará outros impactos financeiros positivos. A economia será perceptível na redução dos
custos da Justiça Eleitoral com a emissão de segundas vias dos títulos extraviados, suprimentos de
impressora, aquisição de equipamentos para a impressão dos documentos e consumo de energia,
entre outros.
o E-título trará outros impactos financeiros positivos. A economia será perceptível na redução dos
custos da Justiça Eleitoral com a emissão de segundas vias dos títulos extraviados, suprimentos de
impressora, aquisição de equipamentos para a impressão dos documentos e consumo de energia,
entre outros.
Para o eleitor, o benefício virá na facilidade de ter os seus dados eleitorais sempre seguros e
disponíveis, diminuindo os riscos de extravios e danos ao título de eleitor. Também o tempo de
atendimento nos cartórios eleitorais – relativo a impressão, assinatura e entrega do título – será
consideravelmente reduzido. Por fim, haverá a diminuição da necessidade de deslocamentos até
o cartório eleitoral.
disponíveis, diminuindo os riscos de extravios e danos ao título de eleitor. Também o tempo de
atendimento nos cartórios eleitorais – relativo a impressão, assinatura e entrega do título – será
consideravelmente reduzido. Por fim, haverá a diminuição da necessidade de deslocamentos até
o cartório eleitoral.
Serviço
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, lançará o E-título em
cerimônia na manhã desta sexta-feira (1), na sede da Corte Eleitoral.
cerimônia na manhã desta sexta-feira (1), na sede da Corte Eleitoral.
O quê: Cerimônia de Lançamento do E-título
Onde: Gabinete da Presidência do TSE – 9º andar do edifício-sede, em Brasília (DF)
Quando: 1º de dezembro de 2017, às 10h.
RG/RC/DM

Usuários de Bitcoin: quem são e o que fazem?
Extraído do Site:
https://br.cointelegraph.com/news/bitcoin-users-who-they-are-and-what-they-do
Por
Usuários de Bitcoin: quem são e o que fazem?
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CRYPTO NEWBIE
O Bitcoin está ganhando popularidade e os números de usuários do BTC estão aumentando constantemente também. Mas como podemos saber quantos entusiastas de Bitcoin estão por aí, exatamente? Dado que é um sistema descentralizado, a rede Bitcoin não oferece muita informação sobre seus usuários.
Podemos pensar em duas maneiras de estimar o tamanho do público de Bitcoin: podemos basear nossos cálculos no número de carteiras ou transações. Quanto às carteiras de Bitcoin, o número delas se duplicou de cinco a 10 milhões durante 2014-2015. Em abril, foram reportadas mais de 12 milhões de carteiras.
transações, isso pode ser inflado tanto por usuários recém-chegados quanto por usuários mais antigos que enviam Bitcoins com mais frequência.
A questão principal continua: quem são as pessoas que usam a criptomoeda? Eles são do sexo masculino ou feminino e quais são as idades e ocupações médias? Quem são os defensores mais famosos do Bitcoin?
Abordagem científica
Em 2014, a pesquisa foi realizada pela Universidade de Illinois Urbana-Champaign. Um questionário foi postado em sites frequentados por usuários do Bitcoin, como Bitcoin.org, Reddit e Twitter.
Dois pesquisadores, o professor assistente de sociologia Jeremiah Bohr e o professor assistente de biblioteca e ciência da informação Masooda Bashir, analisaram quase 1.200 respostas a esta pesquisa.
Os resultados não foram tão bons quanto eles esperavam. A idade média dos entrevistados era de cerca de 33 anos e quase metade deles vinha dos EUA. Finalmente, os pesquisadores desistiram e declararam:
"Examinar uma amostra aleatória da comunidade Bitcoin é quase impossível, já que o Bitcoin oferece muita privacidade ao usuário, a moeda não é regulada por nenhuma agência centralizada e a adoção do Bitcoin ainda não é generalizada".
Diferença de idade
Durante sua pesquisa, Bohr e Bashir observaram que os jovens de 25 anos têm cerca de metade de Bitcoins do que os de 35 anos de idade, enquanto que os 35 anos de idade têm cerca de metade de Bitcoins do que os de 45 anos de idade.
Isso arruina a imagem comum do Bitcoin como uma tecnologia para inovadores de tecnologia jovens e pinta uma imagem mais conservadora.
Aqui está outro conjunto de números, que foi obtido publicando uma questão de idade simples no Bitcointalk.
Enquete - Pergunta: Qual a idade média do investidor/usuário de Bitcoin? - Votantes totais: 255
Uma pessoa com o nome de usuário groll comentou no tópico:
"É difícil determinar a idade média dos usuários do Bitcoin, uma vez que não podemos saber quem são os usuários e não temos dados estatísticos sobre eles. Meus amigos no Facebook variam de 13 a 40 anos e usuários de Bitcoin por mais de um ano. Alguns adolescentes estão muito bem versados no investimento Bitcoin e ganham mais Bitcoins do que eu. Bitcoin não tem limite de idade. "
Evidentemente, é claro que os adolescentes são mais receptivos às novas tecnologias e se entregam facilmente a elas. No entanto, a experiência e o conhecimento que apenas a idade podem dar parece ter ajudado alguns usuários também.
Homem ou mulher?
Há pouco argumento sobre a demografia de gênero dos usuários do BTC: a grande maioria deles é do sexo masculino. Mas à medida que a popularidade do Bitcoin cresce, há uma mudança demográfica. Mesmo que os homens ainda prevaleçam, o número de mulheres envolvidas também está aumentando.
Dois anos atrás, a Fortune publicou uma lista de 10 mulheres que estão indo bem no Bitcoin: algumas delas até fundaram suas próprias empresas ou estão trabalhando como CEOs. No entanto, o sistema Bitcoin ainda é criticado por falta de presença feminina, pois as mulheres compreendem cerca de 1,76% da base de usuários inteira.
E sempre que acontece uma conferência Bitcoin, os palestrantes e os convidados são principalmente homens.
MIT Bitcoin Expo 2014: James D’Angelo… http://dlvr.it/Ct9cNv #Bitcoin #BitcoinBoston #BitcoinExpo #bitcoinfuture
Laura Laurent diz: Expo 2014 do ITM: James D'Angelo
Nicolas Cary diz: O sempre inspirador @rogerkver compartilhando suas visões sobre o #bitcoin #BtcExpo
Mother Jones escreve que, sempre que as mulheres são vistas em diversas exposições, muitas vezes são consideradas como esposas de alguém ou namoradas, e não pessoas envolvidas no negócio atual.
A mesma fonte continua com o fornecimento de um exemplo bastante escandaloso:
"Se você é uma mulher envolvida com Bitcoin, você invariavelmente será tratada como uma estranha. Como diz Victoria Turk, parece que a única comunidade de Bitcoin que particularmente se encaixa com a participação feminina é a NSFW subreddit r/GirlsGoneBitcoin, que é basicamente um site onde as mulheres são pagas em criptomoedas para posar nuas".
Para que os Bitcoiners usam a criptomoeda?
Devido à natureza anônima e intratável do Bitcoin, alguns optam por usá-lo para comprar drogas. Sites como o Silk Road que ajudam quase todos a comprar substâncias restritas via BTC. O pico de atividades dessas empresas da "Darknet" ocorreu em torno de 2011-2012, e isso diminuiu um pouco desde então.
O site do Silk Road foi encerrado em outubro de 2013 pelo FBI e seu dono Ross William Ulbricht foi preso. Um mês depois, em 6 de novembro de 2013, o Silk Road 2.0 ficou on-line, mas não sobreviveu por muito tempo: o suposto operador foi preso no prazo de um ano.
Há outro lado mais brilhante para a comunidade do Bitcoin: alguns usuários preferem dar seu BTC para a caridade. Por exemplo, uma organização de caridade conseguiu coletar US$ 7 milhões em doações de Bitcoin.
É melhor ver uma vez
Outro caso interessante é um infográfico baseado de pesquisas de 2013-2015:
Quem usa Bitcoin? - Idade 25-35 anos - Americano - Renda de US$ 50 a 100 mil por ano - Empregado - Generoso - Libertário - Casado - Não Religioso - Homem
Embora sejam um pouco antigos, é razoável supor que a maioria desses dados ainda é representativa da situação atual.
Bitcoiners famosos
As estatísticas sem rosto são uma coisa, mas para obter uma compreensão completa da base de usuários da Bitcoin, devemos dar uma olhada mais pessoal nos Bitcoiners mais famosos.
Em primeiro lugar, o único Satoshi Nakamoto - o próprio inventor do Bitcoin. Acredita-se que ele possui um grande número de carteiras eletrônicas e controla mais de cinco por cento de todos os BTC. Em 2013, um desenvolvedor Bitcoin Sergio Lerner, afirmou que Satoshi pode possuir cerca de um milhão de BTC. Convertando-o de volta para USD, chegamos a US$ 2,7 bilhões a partir de agosto de 2017.
Dois investidores, Tyler e Cameron Winklevoss, são conhecidos por perder o controle sobre a idéia do Facebook para Mark Zuckerberg. Mas logo eles voltaram como fanáticos do Bitcoin. Os gêmeos já criaram um ETF Bitcoin e logo eles podem se tornar dois geeks ricos em criptomoeda: seu investimento no valor de US$ 11 milhões em BTC agora cresceu 20 vezes ao longo dos anos.
Outro jogador de longa data é um capitalista de risco Barry Silbert. Quando todos estavam rindo da criptomoeda, ele teve coragem suficiente para apostar nela, num grande momento. Uma dessas apostas trouxe-lhe 48.000 Bitcoins Bitcoins em um segundo leilão realizado pela US Marshals Service em 2014.
No ano que seguinte, Silbert concentrou-se na construção de um produto financeiro, rival ao Winklevoss ETF. E agora, o Grupo de Moedas Digitais (DCG na sigla em inglês) de Barry Silbert está planejando lançar um veículo de investimento regulado baseado no ZCash. Esta idéia inovadora visa a introdução da criptomoeda anônima no mercado público.
O futuro do Bitcoin
O primeiro investidor do Snapchat Jeremy Liew e o CEO e cofundador do Blockchain.info Peter Smith fez algumas previsões. A base de usuários da Bitcoin cresceu de 120 mil usuários em 2013 para usuários de 6,5 milhões em quatro anos. 2017 ainda não terminou e o número pode subir ainda mais.
Uma das previsões mais otimistas é que, até 2030, o preço do Bitcoin chegue a US$ 500.000 e, a julgar pelos níveis de crescimento do passado, o número de usuários pode aumentar para 400 milhões.
OPINAMUNDOS
O futuro já começou e o cenário que se desenha é: Como incluir economicamente massas excluídas do mundo do trabalho e do emprego? As moedas digitais podem ser uma ferramenta relevante nesse processo irreversível de exclusão/inclusão tecnológica?
Doações Via PIX - Qualquer Valor
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